A ausência de 28,6% dos candidatos inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) custou mais de R$ 129 milhões aos cofres públicos, de acordo com informações divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação), no último domingo (9), em Brasília.
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
Desclassificação
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
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Segundo o ministro, a maioria das punições aconteceu pelo uso de outros tipos de equipamentos eletrônicos, como relógios. Paim fez questão de dizer que considerou que o processo de aplicação das provas foi tranquilo.
Como o celular que teria fornecido o gabarito não era do Ceará, os investigadores vão apurar se o esquema tem ramificações em outros Estados. Um inquérito policial foi aberto.
Entre os participantes, 4.990.025 já concluíram o ensino médio, enquanto 1.748.588 devem terminá-lo neste ano. As mulheres representam 58% dos candidatos — mais de 5 milhões. Também representam 58% os inscritos que se autodeclararam negros e 37,7%, brancos.
Segundo o MEC, aproximadamente, 75% dos candidatos não precisaram pagar a taxa de R$ 35 por carência comprovada ou por serem estudantes de escolas públicas.
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