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As informações, referem-se a um porção de 100 g:
1 - Gema de ovo de galinha cozida por 10 minutos - 1272 mg;
2 - Fígado bovino grelhado - 601 mg;
3 - Ovo de codorna inteiro cru - 568 mg;
4 - Ovo de galinha inteiro frito - 516 mg;
5 - Ovo de galinha inteiro cozido por 10 minutos - 397 mg;
6 - Fígado bovino cru - 393 mg;
7 - Omelete de queijo - 384 mg;
8 - Ovo de galinha inteiro cru - 356 mg;
9 - Fígado de frango cru - 341 mg;
10 - Sarapatel - 315 mg.
Observe que todos alimentos listados acima, estão fornecendo uma quantidade - em mg - maior do que o valor máximo recomendado. Fiquem atentos!
Fonte: Dr. Drauzio Verella
Insetos comestíveis e a dieta para uma vida saudável. Tá Servido?!
Posted by : Agrocompare / on :
A recente publicação do livro Insectos comestíveis: perspectivas futuras para a segurança alimentar, sob a chancela da Organização para a Alimentação e para a Agricultura (FAO), mediatizou a entomofagia humana. Mas o assunto de novo tem muito pouco.
Os insectos fazem parte dos hábitos alimentares de mais de um quarto da população humana, sobretudo na Ásia, África, Oceânia, América Central e do Sul, sendo consumidos tanto na fase larvar como na fase adulta. Contudo, para a maior parte de nós, "ocidentalizados", só a ideia de consumir insectos provoca expressões faciais que afastam quem bem-intencionado quiser colocar no nosso prato uns gafanhotos fritos com chilli e lima, umas larvas de vespa com molho de soja ou mesmo um caramelizado de libélulas e cupins. Preferimos, sem hesitar, os seus primos que vivem no mar, os crustáceos (camarões, santolas, lagostas, entre outros), e fazemos fila para comer um bom arroz de marisco.
Mas são várias as razões para não pôr de lado este recurso alimentar tão nutritivo.
Muitos insectos são fonte de proteínas, ácidos graxos essenciais (ómega-3 e ómega-6), minerais e vitaminas comparáveis às carnes de porco, boi, aves e peixes.
Os insectos são animais de sangue frio e, por isso, não despendem energia para se aquecerem, o que os torna muito eficientes no processo de conversão dos alimentos que comem em massa corporal (essencialmente proteína): para produzir a mesma quantidade de proteína gasta-se para alimentar vacas durante um mês, a quantidade de ração suficiente para alimentar frangos durante seis meses ou a alimentar insectos durante um ano. E, como a necessidade de ração determina a área cultivável necessária, criar insectos é também neste aspecto uma atividade menos exigente: numa área equivalente a um campo de futebol utilizado para criar vacas produz-se proteína em quantidade equivalente à que se produz a criar insectos apenas na grande-área (cerca de 1/12 da área total do campo).
Produzir proteína recorrendo a insectos é portanto uma atividade bem mais eficiente do que fazê-lo criando bois, porcos ou aves. Usa-se menos solo, menos água, recursos naturais limitados e emite-se menos gases com efeito estufa. Mas, no contexto da segurança alimentar (que envolve o fornecimento presente e futuro de alimentos à população humana e aos animais de criação) o interesse dos insectos não fica por aqui.
A curto prazo, a criação de insectos para incorporação em rações, principalmente para peixes e mariscos, afigura-se como uma das mais importantes aplicações. Os insetos podem ser alimentados com vários tipos de resíduos orgânicos, por exemplo, restos de alimentos provenientes de cozinhas domésticas e de restaurantes, para servir de fonte proteica em rações que alimentem a crescente população de peixes e mariscos de aquacultura que, imagine-se, consomem cerca de um quinto do peixe capturado em alto mar. Existem já algumas empresas pioneiras a operar neste setor.
Na Europa, a utilização de insectos na cadeia alimentar passará pelo consumo de peixes, mariscos ou mesmo aves e porcos alimentados com rações proteicas que incorporem estes pequenos artrópodes. Ir hoje a um restaurante comer uns croquetes de larvas de besouro talvez seja muito apelativo para o consumidor mais moderno. Mas vale lembrar que as pessoas que comem insetos, fazem-no porque gostam.
Nutricionista e professor
Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação Universidade do Porto
dupamato@fcna.up.pt
Fonte: Lifestyle
Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação Universidade do Porto
dupamato@fcna.up.pt
Alta temperatura do óleo faz batata frita liberar substância cancerígena durante reação química, mostra estudo médico.
Posted by : Agrocompare / on :
Presente em todos lanches pedidos nas lanchonetes de todo país e do mundo, a batata-frita é uma unanimidade. Muito difícil achar alguém que não goste. No entanto, estudos mostram que o tubérculo, quando frito, sofre uma reação química que libera uma substância cancerígena, chamada de acrilamida.
O nutrólogo Roberto Navarro explica que a reação acontece quando o alimento é aquecido a altas temperaturas, aquelas maiores de 120ºC. “Se fala da fritura porque o cozimento não atinge essa temperatura alta”, esclarece. O aminoácido asparagina reage com a glicose (ou frutose) e libera a maléfica acrilamida, composto já conhecido pela ciência por causar câncer em ratos. “Existem outros alimentos que liberam acrilamida, mas a batata é a que apresenta maior teor dessa substância quando é frita, por isso se fala tanto dela”.
Além da batata, entram nesta lista a beterraba, o pão e os cereais. Todos eles têm o aminoácido asparagina, glicose e frutose (no caso das frutas), mas não se costuma comê-los após serem submetidos a temperaturas tão altas, o que os deixa livres da acrilamida.
A explicação científica, segundo um estudo publicado pelo periódico Journal of the National Cancer Institute, é que a acrilamida muda as estruturas do DNA e conduz à mutação, que, por sua vez, levaria à formação de tumores. Os efeitos cancerígenos da acrilamida foram comparados ao BPDE, uma substância já conhecida por causar câncer, e presente na fumaça do cigarro, combustíveis, além de outros.
Outro estudo, publicado no periódico Journal of the Science of Food and Agriculture, mostrou que deixar batatas de molho antes de fritá-las reduz os níveis da substância. A pesquisa comparou o porcentual da substância em três situações: ao lavar batatas, deixá-las de molho por 30 minutos e deixá-las de molho por duas horas. A acrilamida foi reduzida em 23%, 38% e 48%, respectivamente. A redução só acontece, no entanto, se as batatas forem fritas levemente douradas. O problema persiste se a batata estiver frita em um tom mais escuro.
Uma terceira pesquisa publicada no periódico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention mostrou que houve um risco aumentado de câncer de endométrio e ovário pós menopausa naquelas mulheres que consumiam acrilamida na dieta, particularmente entre mulheres não-fumantes (o cigarro atrapalha o resultado da pesquisa, porque ele é um potencial causador de tumores). O câncer de mama não foi relacionado com a ingestão de acrilamida. O grupo de 62 mil mulheres foi observado por cerca de 11 anos.
Sem pânico
Apesar do potencial cancerígeno da acrilamida, o mais provável é que o organismo consiga lutar contra ela. “Existem as substâncias xenobióticas, que são estranhas ao nosso organismo e não são necessárias, mas o corpo tem defesas para excretar e anular essas substâncias. A desintoxicação é feita pelo fígado, que elimina por meio das fezes, suor e urina”, explica o nutrólogo Roberto Navarro.
A oncologista clínica do Hospital Israelita Albert Einstein, Ana Paula Garcia Cardoso, explica que o grande vilão do câncer ainda são os fatores ambientais e os maus hábitos, como o cigarro e o sedentarismo. “O consumo excessivo da batata frita pode levar à obesidade, e ela sim é uma comprovada causadora de câncer”.
O diretor do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC), Hezio Jadir Fernandes Junior, diz que fica com o “pé atrás” quando ouve dizer que alimentos como refrigerante e batata frita causam câncer. Segundo ele, sabe-se que a acrilamida pode ser causadora do câncer, mas não se sabe o quanto dessa substância que uma pessoa necessita ingerir para ter o câncer. “É a grande interrogação atual.”
Fonte: iG Saúde
Senado vota projeto que proíbe venda de refrigerantes e salgados em escolas.
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Foi aprovada nesta quarta-feira, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, projeto que proíbe a venda em escolas públicas e privadas, de bebidas com baixo valor nutricional, como o refrigerante, e alimentos com alto teor de gordura e sódio, como os salgados. O projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado por unanimidade.
Projeto que tem como finalidade combater os índices de obesidade infantil, segue iniciativas já tomadas por Estados e municípios. As cantinas e lanchonetes que não seguirem a lei terão o licenciamento vedado ou o alvará não renovado.
Se não houver recurso para que o projeto seja apreciado no plenário, a proposta seguirá para a Câmara dos Deputados.
A lista negra, com os 10 alimentos, com maior teor de colesterol, consumidos pelo homem.
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Apesar da má fama, nosso organismo precisa de colesterol.
Ele tem papel importante na produção de hormônios, vitamina D e digestão dos alimentos.
O problema reside o excesso. Recomenda-se ingerir no máximo 300 mg desse tipo de gordura por dia. Cada organismo metaboliza o colesterol ingerido de uma maneira, que varia de acordo com vários fatores, como estilo de vida e herança genética.
Portanto, se você ingerir os alimentos listados à baixo, não significa que suas artérias ficarão entupidas.
Mas, lembre-se: Quanto maior a quantidade de colesterol ingerido, maior a probabilidade de gerar excessos, aumentando assim, o risco de doenças vasculares. Portanto evite o consumo regular dos alimentos listados nesse post, a menos que haja recomendação médica ou nutricional.
As informações, referem-se a um porção de 100 g:
1 - Gema de ovo de galinha cozida por 10 minutos - 1272 mg;
2 - Fígado bovino grelhado - 601 mg;
3 - Ovo de codorna inteiro cru - 568 mg;
4 - Ovo de galinha inteiro frito - 516 mg;
5 - Ovo de galinha inteiro cozido por 10 minutos - 397 mg;
6 - Fígado bovino cru - 393 mg;
7 - Omelete de queijo - 384 mg;
8 - Ovo de galinha inteiro cru - 356 mg;
9 - Fígado de frango cru - 341 mg;
10 - Sarapatel - 315 mg.
Observe que todos alimentos listados acima, estão fornecendo uma quantidade - em mg - maior do que o valor máximo recomendado. Fiquem atentos!
Fonte: Dr. Drauzio Verella
Conheça a lista dos 10 piores alimentos que podem prejudicar a saúde de seus filhos.
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Assim que a criança entra na fase de alimentação sólida, a atenção dos pais deve se voltar à qualidade da comida que ela irá ingerir. Refeições nutritivas e saborosas são prioridade no prato dos filhos, e o que não trouxer benefícios à saúde deverá ser descartado da dieta diária. “Em alimentação e nutrição deve-se pensar em saúde e bem-estar e sempre agir de maneira preventiva. A preocupação não deve surgir apenas depois de problemas instalados”, afirma Ana Carolina Terrazzan, nutricionista materno-infantil da Nutrissoma Clínica de Nutrição.
Mas, com a correria do dia a dia, alimentos considerados ruins aparecem no cardápio caseiro quando a pressa fala mais alto do que a qualidade de vida. A nutricionista Karoline Basquerote, especializada em educação alimentar para crianças, explica que “a facilidade do acesso a alimentos prontos para o consumo acaba levando a refeições mais gordurosas e açucaradas e ao consumo de refrigerantes e guloseimas, o que contribui para problemas relacionados à obesidade infantil, por exemplo”.
Conheça os dez piores alimentos para as crianças:
1 - HAMBÚRGUER CONGELADO: duas porções da carne vendida congelada levam ao organismo da criança o máximo de gordura trans permitida por dia para um adulto. A gordura trans contida nos hambúrgueres aumenta o colesterol ruim (LDL) e diminui o colesterol bom (HDL) no sangue.
2 - SALSICHA: não tem valor nutricional e quase sempre é feita com carne processada. Além disso, pode possuir nitrito, uma substância altamente cancerígena.
3 - EMPANADO DE FRANGO: quase sempre é preparado com carne processada e não dá à criança as proteínas de que ela precisa e que bifes ou filés proporcionam. Outro problema dos empanados de frango é eles serem fritos: o consumo de óleo em excesso pode levar à obesidade e a problemas de pressão.
4 - REFRIGERANTE: contém alta concentração de açúcar e sódio, que podem levar à obesidade e a problemas cardíacos. Os sabores à base de cola, em sua maioria, trazem também ácido fosfórico, que reduz a absorção de cálcio pelo organismo, o que pode enfraquecer os ossos. Versões diet, light e zero de refrigerantes são especialmente prejudiciais para as crianças devido à presença de adoçantes como aspartame e ciclamato de sódio .
5 - SALGADINHO: fonte de calorias vazias e sem valor nutricional algum, deve ser proibido até os três anos de idade por causa do alto teor de sódio e gordura. A criança come salgadinhos e não se sente alimentada, engorda sem se nutrir, e acaba procurando outra refeição para saciar a fome.
6 - MAIONESE: é fonte quase exclusiva de gordura. Leva muitas calorias e baixíssimo valor nutricional ao corpo da criança.
7 - CEREAL: com a concentração de açúcar elevada, quase todos os cereais de caixa mais engordam do que nutrem. Não são recomendados para a dieta diária da criança.
8 - MACARRÃO INSTANTÂNEO: juntando massa e tempero, cada embalagem contém alto teor de sódio e de conservantes e nenhuma vitamina. O macarrão de preparo instantâneo não contribui para as necessidades diárias de consumo de quaisquer nutrientes pelas crianças.
9 - BOLACHA RECHEADA: não agrega valor nutricional significativo à alimentação da criança, além de carregar gordura saturada e muito açúcar.
10 - SUCO INDUSTRIALIZADO: em pó ou líquidos, tem mais açúcar e corantes do que suco das frutas que mostram nas embalagens. Ao contrário do que muitos pais pensam, os sucos industrializados não têm as vitaminas e os sais minerais de que as crianças precisam.
Os vilões
Sucesso entre a criançada, a dupla refrigerante e salgadinho (de saquinho) é a maior vilã da alimentação infantil. Juntos ou isoladamente, a bebida e o petisco têm valor nutricional praticamente nulo e trazem muitos males, entre eles o risco de doenças e de enfraquecimento dos ossos, por causa da alta concentração de elementos como o sódio e da presença de ácidos nas fórmulas.
Sucos industrializados (em pó ou líquidos) e bolachas recheadas, também muito queridos pelos pequenos, são igualmente ruins para a dieta infantil. O motivo: altíssima concentração de açúcar em cada porção dos alimentos.
Algumas “soluções rápidas” para almoço ou jantar figuram entre os piores alimentos para as crianças. São os nuggets, os hambúrgueres e as salsichas, que muitas vezes entram como substitutos de um bife ou filé. Quase sempre feitos com carne processada, eles não têm as proteínas que muitos pais creem fornecer aos filhos quando os colocam no prato. Para piorar, a maioria dos hambúrgueres é rica em gordura trans. O melhor é se manter fiel à carne tradicional.
Sempre pense em alternativas
Para manter a saúde e o ritmo das atividades cotidianas, é preciso saber que alimentos priorizar. O caso do macarrão instantâneo é um dos mais fáceis. Considerado maléfico por ter muito sódio, muitos conservantes e poucas vitaminas, ele pode dar lugar ao macarrão regular. “O tempo médio de preparo de um macarrão instantâneo é de três minutos, o de um não instantâneo é de oito minutos. São cinco minutos a mais para oferecer um prato saudável ao filho. Vale a pena! E no tempo de cozimento da massa é possível fazer um molho bem gostoso”, sugere Ana Carolina Terrazzan.
O suco em pó ou de caixinha deve ser substituído pelo suco natural da fruta. E se a criança apenas estiver com sede ao longo do dia, precisa beber água. Refrigerantes podem ficar reservados a apenas um dia do fim de semana; se der para evitá-los até neste dia, melhor.
O resultado desse esforço poderá ser visto em todos os aspectos da vida dos filhos. “Mantendo uma boa rotina alimentar, rica em nutrientes, a criança terá mais facilidade no aprendizado, um melhor desenvolvimento do corpo e do sistema imunológico. Os bons hábitos evitam problemas graves de saúde no presente e no futuro”, diz a nutricionista Mariana Fróes.
Fontes: Ana Carolina Terrazzan (nutricionista materno-infantil da Nutrissoma Clínica de Nutrição e mestre em saúde da criança e do adolescente pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS), Karoline Basquerote (nutricionista clínica especializada em educação alimentar para crianças) e Mariana Fróes (nutricionista da Clínica de Nutrição Funcional Patricia Davidson Haiat).







