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Vídeo mostra o reencontro emocionante de soldados americanos com suas famílias, ao voltar da guerra.

Vídeo mostra o reencontro emocionante de soldados americanos com suas famílias, ao voltar da guerra.


Se despedidas são sempre situações dolorosas, reencontros com pessoas que amamos são algumas das melhores coisas da vida. Esse vídeo compilado pela ESPN, e com a bela trilha sonora “I’m going home“, de Chris Daughtry, mostra uma sequência de reencontros de soldados americanos voltando da guerra e reencontrando suas famílias.
O vídeo emociona do início ao fim. Se você estiver no trabalho ou em algum lugar onde não possa exagerar nas emoções, talvez seja melhor assistir em casa.

Confiram:




Fonte: Hypeness

Americanos saem às ruas para protestar, e dizer que são contrários à intervenção militar na Síria.

Americanos saem às ruas para protestar, e dizer que são contrários à intervenção militar na Síria.

Manifestantes foram às ruas dos Estados Unidos na tarde deste sábado (31) depois que o presidente Barack Obama disse estar convicto de que uma intervenção militar na Síria é necessária, após evidências do uso de armas químicas pelo país, e afirmar que está buscando apoio do Congresso.

Em Nova York, os protestos contra a possível ação militar dos EUA na Síria ocorreu na Times Square. Manifestações também ocorreram no centro de Los Angeles.
Mais cedo, Obama afirmou haver ter conversado com líderes congressistas e acreditar que o tema deva ser debatido.
"Apesar de acreditar que eu tenha autoridade para realizar [um ataque] sem a autorização do Congresso, nosso país vai ser mais forte se nós fizermos [a discussão]", disse.

"Nós estamos preparados para atacar, em qualquer momento que escolhermos", afirmou Obama. O Congresso está atualmente em recesso e deve voltar aos trabalho no dia 9 de setembro.
A intervenção pode ser realizada "amanhã, daqui uma semana ou daqui um mês", ressaltou Obama, sem especificar quando deve ocorrer. "Não podemos e não iremos fechar os olhos para o que aconteceu em Damasco", disse.

Mais de 1,4 mil pessoas teriam sido mortas na ação, um terço delas crianças, em mais de uma dezena de bairros na periferia de Damasco, ainda segundo a Casa Branca. Trata-se do "pior ataque químico do século 21", afirmou Obama, atribuindo a ação ao regime de Assad.
Fonte: G1

Foto de casal americano vira febre nas redes sociais.

Foto de casal americano vira febre nas redes sociais.

Vídeo do acidente no qual Jesse perdeu as duas pernas, transmitido por um jornal local. Em inglês.



Jesse e Kelly Cottle parecem um casal normal: O Marido é um marinheiro americano... Ela é uma bela loira que conheceu seu futuro marido em uma competição de natação.
Mas quando você olha para esta imagem que foi postada há duas semanas na internet, percebemos que suas vidas são completamente diferentes.
Jesse, o marinheiro, de 28 anos, perdeu as duas pernas após pisar em um IED - Improvised explosive device - no Afeganistão em 2008. O ocorrido foi todo registrado em vídeo por uma câmera acoplada ao capacete de um companheiro, da marinha.
E Jesse disse à ABC News que ele não mudaria nada no seu destino, se pudesse.
"Se eu não tivesse pisado no equipamento explosivo improvisado - IED -  eu não teria conhecido ela," disse ele à ABC News. "Eu não iria levá-la de volta nunca." Concluiu.
O casal se conheceu em uma competição de natação depois de um longo processo de recuperação - quando eles se encontraram foi uma das primeiras vezes que Jesse estava usando protéticas mecânicas. Jesse e Kelly se casou e comemorou seu primeiro aniversário, de casamento no dia 18 agosto.
Eles recentemente fizeram uma viagem para Boise para visitar a família e tiraram algumas fotos juntos. Foi quando esta foto comovente foi tirada.
"Alguém tinha sugerido tirar fotos na água", disse Kelly. "Eu estava levando meu marido de volta para colocar as próteses, e o fotógrafo disse: 'Oh, vamos tirar uma  foto de vocês juntos. Não foi planejado, nem nada. "
A fotógrafa Sarah Ledford tirou a foto incrível , que foi compartilhada mais de 1.100 vezes no Facebook ... e em breve terá muito mais.
"A foto realmente diz tudo," disse ele à ABC News . "Eu realmente considero ela mais que um símbolo para o nosso relacionamento em geral. Ela não só me leva fisicamente, mas há momentos em que ela me leva também emocionalmente".

Fonte: knue.com

Cidadãos norte-americanos são contrários à intervenção militar na Síria.

Cidadãos norte-americanos são contrários à intervenção militar na Síria.


Os norte-americanos se opõem fortemente à intervenção dos EUA na guerra civil da Síria e acreditam que Washington deva ficar de fora do conflito, mesmo se os relatos de que o governo sírio utilizou produtos químicos mortais para atacar civis forem confirmados, mostrou uma pesquisa da Reuters/Ipsos.
Cerca de 60% dos norte-americanos entrevistados disseram que os Estados Unidos não devem intervir na guerra civil na Síria, enquanto apenas 9% responderam que o presidente Barack Obama deve agir.
O apoio dos norte-americanos à intervenção cresce caso se verifique que as armas químicas foram usadas, mas mesmo esse percentual recuou nos últimos dias.
A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada entre 19 e 23 de agosto, descobriu que 25% dos americanos apoiariam a intervenção dos EUA caso as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, tenham usado produtos químicos para atacar civis, enquanto 46% se opõem à intervenção.
Obama reluta em intervir na guerra civil da Síria, mas os relatórios dos assassinatos perto de Damasco elevaram a pressão sobre a Casa Branca. O presidente norte-americano disse, há um ano, que armas químicas seriam uma "linha vermelha" para os EUA.
Vários americanos entrevistados na enquete desta semana, incluindo Charles Kohls, 68, um ex-oficial militar dos EUA, elogiou a cautela adotada por Obama.
"Os Estados Unidos tornaram-se a polícia do mundo e já se envolveram em muitos lugares que deveriam ser alvo das Nações Unidas, não nossa", disse Kohls em entrevista. "Eu não acho que devemos" intervir na Síria.
Kohls disse que a possibilidade de um ataque químico não alterou sua convicção de que os Estados Unidos devem ficar de fora da Síria, ou qualquer guerra.
Fonte: G1

Destaque do teatro americano, Julie Harris morre aos 87 anos em Massachusetts, EUA.

Destaque do teatro americano, Julie Harris morre aos 87 anos em Massachusetts, EUA.

atriz americana Julie Harris, figura de destaque do teatro americano após a Segunda Guerra e ganhadora de cinco prêmios Tony, morreu em Massachusetts aos 87 anos, informou neste domingo a imprensa local.
Julie Harris também interpretou papéis de destaque no cinema, em filmes como 'Vidas amargas', estrelado ao lado de James Dean, 'Réquiem para um lutador' e 'Nas montanhas dos gorilas'.
Mas a verdadeira paixão da artista sempre foi o palco. Julie ganhou o prêmio Tony de melhor atriz teatral por cinco vezes, recorde que permaneceu por muitos anos.
Julie Harris atuou em mais de trinta produções da Broadway em uma carreira de mais de meio século.
Em 2001, um derrame cerebral significou uma pausa no trabalho da atriz, e dez anos depois, Julie Harris sofreu novamente com o problema.
A atriz se casou por três vezes, a primeira com o advogado Jay Julian, a segunda com o diretor Manning Gurian, com quem teve um filho, Peter Alston, e a terceira com o escritor Wiliam Erwin Carroll. 

Fonte: Revista Exame online

Soldado americano Bradley Manning é condenado a 35 anos de prisão.

Soldado americano Bradley Manning é condenado a 35 anos de prisão.

O soldado americano Bradley Manning, foi sentenciado nesta quarta-feira (21), a 35 anos de prisão.  Ele tinha sido condenado no dia 30 de julho pelo vazamento de mais de 700 mil documentos secretos para o site WikiLeaks.
A pena também inclui a expulsão de Manning das Forças Armadas de forma desonrosa. Manning tem 25 anos e poderá obter liberdade condicional depois de cumprir um terço da pena.  A defesa declarou que vai entrar com um pedido de perdão presidencial.
Fonte: Jornal Nacional

Agencia de segurança americana violou privacidade, diz jornal


Agencia de segurança americana violou privacidade, diz jornal


A Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) violou leis de privacidade e excedeu sua autoridade legal milhares de vezes a cada ano desde que o Congresso concedeu amplos poderes ao órgão em 2008, segundo uma matéria do The Washington Post. Em um dos casos, chamadas telefônicas de Washington foram interceptadas quando a código de discagem da cidade foi confundido com o do Egito.

A maioria das infrações envolve atos de espionagem não-autorizados contra norte-americanos ou contra alvos de inteligência estrangeiros nos Estados Unidos. Ambos são proibidos por lei e por ordem executiva. As ações da NSA vão desde violações significativas das leis até erros tipográficos que resultaram na interceptação não-intencional de e-mails e telefonemas dos Estados Unidos, segundo o Washington Post.

O jornal citou uma auditoria interna e outros documentos secretos fornecidos no início deste ano por Edward Snowden, um ex-analista de sistemas contratado pela agência. Em um documento, funcionários da agência são instruídos a remover detalhes e substituir uma linguagem mais genérica nos relatórios enviados ao Departamento de Justiça e ao Escritório do Diretor de Inteligência Nacional.

O Washington Post citou um exemplo de 2008 quando a agência interceptou um "grande número" de chamadas vindas de Washington. Um erro de programação confundiu o código de área 202, dos EUA, com o código 20, de discagem internacional para o Egito, de acordo com uma revisão de "garantia de qualidade" que não foi distribuído para a equipe de supervisão da ANS.

Em outro caso, o Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira, que tem autoridade sobre algumas operações da NSA, só tomou conhecimento sobre um novo método de coleta de dados depois de vários meses. O tribunal decidiu que ele era inconstitucional.

O documento de auditoria da NSA obtido pelo jornal refere-se a maio de 2012 e contabiliza 2.776 incidentes nos 12 meses anteriores de medidas não-autorizadas como coleta de dados, armazenamento, acesso ou distribuição de comunicações legalmente protegidas. A maioria dos atos era intencional. Muitas casos envolviam violações do procedimento operacional padrão.

Os incidentes mais graves incluíam a violação de uma ordem judicial e a utilização não-autorizada de dados de mais de 3 mil norte-americanos e titulares de "green cards", o visto norte-americano para estrangeiros.

Em um comunicado enviado por e-mail à Associated Press na quinta-feira, John DeLong, um dos diretores da NSA, disse que a agência quer "que as pessoas relatem se elas cometeram um erro ou mesmo se ela acreditam que uma atividade da NSA não é consistente com as regras. (...) Tomamos cada relatório de maneira séria, investigamos o assunto, abordamos a questão, analisamos constantemente as tendências e as abordamos também - tudo como parte da supervisão interna da NSA e dos esforços de responsabilidade. Além disso, mantemos nossos supervisores informados através de notificações imediatas e relatórios periódicos". 

O diretor do Comitê do Judiciário do Senado, Patrick Leahy, anunciou que poderia convocar audiências sobre as revelações. "Continuo preocupado com o fato de não estarmos conseguindo as respostas diretamente da NSA", afirmou o democrata em comunicado. 

O senador republicano, Mike Thompson, membro do Conselho de Inteligência da Câmara afirmou que "informações de que a NSA violou repetidamente seus limites legais, quebrou regras de privacidade e tentou blindar os pedidos de divulgação das violações são abusivas, inapropriadas e precisam ser tratadas".

Fonte: Associated Press