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Ontem (23), a Moody's, agência de classificação de risco, colocou o rating da petroleira em revisão para possível rebaixamento.
A mineradora Vale considera vender fatia de 30 a 40% da sua unidade de metais básicos por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), para arrecadar recursos para projetos importantes em meio à queda do preços das commodities. Nesta terça-feira (2), a empresa anunciou que que reduzirá o investimento anual pelo quarto ano seguido em 2015, focando recursos apenas em projetos de classe mundial em meio à queda do valor de seu principal produto.
O comércio on-line se arma para a próxima sexta-feira, dia em que o país terá sua quarta edição da Black Friday. Inspirado na data em que o comércio americano desova estoques para a época do Natal, promovendo megadescontos, o evento existe no Brasil em versão e-commerce desde 2011. De lá pra cá, muitos consumidores fizeram bons negócios. Outros ganharam dores de cabeça e garantiram idas ao Procon. Entre os principais problemas estão a maquiagem de preço, os servidores sobrecarregados e a falta de estoque. Tantas adversidades renderam ao evento um nome 'paralelo': Black Fraude. Para tentar reverter o quadro, os organizadores promovem, desde o ano passado, medidas para se precaver da má-fé de lojistas e dos problemas tecnológicos.
A estatal não informou quais documentos a SEC pediu.
A Reuters também noticiou que o órgão norte-americano realiza investigação sobre a petroleira. As atividades da Petrobras estão sendo investigadas por uma unidade do Departamento de Justiça dos EUA que analisa potenciais violações à legislação do país contra corrupção no exterior, informou a agência.
A Petrobras está no centro das investigações da operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O esquema, segundo a PF, foi usado para lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, e movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
Os principais contratos sob suspeita são a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que teria servido para abastecer caixa de partidos e pagar propina, e o da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, da qual teriam sido desviados até R$ 400 milhões.
Exame.com
Ex-tradutor de inglês, de origem chinesa, faturou US$ 25 bilhões em 2014.
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Ali Babá e os quarenta ladrões podem ter muito dinheiro para contar, mas é Jack Ma o sorridente do ano passado. O dono da gigante chinesa Alibaba ganhou US$ 24,8 bilhões, de acordo com o ranking da Bloomberg, em 2014 e foi o principal ganhador do ano - superando os bilhões ganhos por Bill Gates, Warren Buffett, entre outros nomes mais famosos.
Ma, que agora tem uma fortuna de US$ 28,4 bilhões e ocupa a 21ª, nem estava na lista no final de 2013. Deve o "enriquecimento", porém, para a abertura de capital de sua empresa na Nyse (New York Stock Exchange), levantando US$ 20 bilhões e se tornando o maior IPO da história de empresas de tecnologia.
Com 50 anos de idade, Ma teve uma vida complicada para chegar onde chegou - e continua sendo uma pessoa humilde, chegando a afirmar que o dinheiro lhe causa grande dor. Ele nasceu em setembro de 1964 em Hangzhou, no leste chinês. E teve a sorte de pegar justamente a abertura do país aos estrangeiros ocidentais, em 1972.
Ele logo aprendeu inglês, sozinho, aos 12 anos de idade - ao ouvir os programas de rádio da Voice of America, depois se tornando guia de turistas para praticar seu inglês. Ele logo se candidatou para entrare na faculdade, a Hangzhou Normal College, mas foi recusado duas vezes. Na terceira, passou e se formou. Na época, recebia um salário mensal de US$ 15.
Até 1995 quando tudo mudou. Ma virou intérprete para empresários chineses e americanos e visitou os Estados Unidos. Lá, encontrou um computador pessoal pela primeira vez, em Seattle. Logo, Ma estaria imerso neste novo mundo.
Ao voltar para a China, conseguiu uma conexão discada e um computador, chamando seus amigos para conhecerem a tal da internet. Por três horas e meia na casa de Ma, os amigos beberam, jogaram cartas e comeram, enquanto uma página carregava no computador. No final, apenas meia página carregou. O suficiente para Ma se encher de orgulho e resolver que aquilo seria sua nova profissão.
Assim, criou a China Pages, que criava sites para pequenas empresas. Sem o sucesso que esperava, Ma teve que conseguir um outro emprego, desta vez na máquina estatal. Para sua sorte, foi quando conheceu Jerry Yang, co-fundador do Yahoo. Em 1998, Ma criaria a Alibaba.com, com US$ 60 mil de 80 investidores.
Pouco tempo depois, em 2002, a empresa já tinha 1 milhão de usuários. Ma então resolveu criar o Taobao.com, uma varejista online, e a Alipay, uma plataforma de pagamentos online. Em busca de um parceiro, ele vendeu 40% do grupo Alibaba por US$ 1 bilhão para o Yahoo, que estava em franca decadência por conta do Google.
Eventualmente, a parte do Alibaba detida pelo Yahoo se tornou mais valiosa que o próprio Yahoo. Os sócios se envolveram em uma controvérsia com a transferência da Alipay para uma empresa privada de Ma, que o Yahoo dizia que feria seu investimento. Chegaram a um acordo, em que Ma pagaria US$ 7,1 bilhões por 20% do Alibaba. Eventualmente, o Yahoo venderia ações no IPO, se desfazendo da sua parte na maior empresa digital da ásia.
Fonte: Infomoney
A previsão não é das melhores para o futuro da Petrobras. Seu nome vai se perdendo junto com seu valor de mercado.
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Ontem (23), a Moody's, agência de classificação de risco, colocou o rating da petroleira em revisão para possível rebaixamento.
Segundo a agência, a revisão demonstra a preocupação com os riscos de liquidez da estatal que podem aumentar caso não divulgue seu balanço financeiro do terceiro trimestre auditado nos próximos três meses.
"A cada dia que passa, aumenta o risco de rebaixamento. É uma possibilidade grande", disse a analista sênior de crédito da Moody's Nymia Almeida.
No fim de outubro, a agência já havia rebaixado a nota da Petrobras, por considerar que o seu caixa estava sendo prejudicado pelo câmbio e também pela incapacidade de reajustar os preços dos combustíveis, enquanto, no mercado internacional, as cotações só subiam.
Agora, a preocupação é com a antecipação do pagamento de dívidas, por causa do atraso da divulgação do balanço auditado.
A Petrobras terá que negociar contratos com bancos que, para liberar o dinheiro, estabeleceram datas limites para terem acesso às informações sobre o caixa da empresa.
Apenas nos próximos dois meses, há US$ 17,6 bilhões de dívidas que poderão ser antecipadas. E, ao fim do primeiro semestre, a soma chega US$ 97,8 bilhões.
Estagnada
Enquanto se acumulam as denúncias de superfaturamento de projetos, como investigado pela Polícia Federal, a Petrobras permanece estagnada, sem conseguir mensurar o tamanho do estrago no seu patrimônio.
Assim, qualquer número que seja divulgado pode ser revisado a qualquer momento. O cenário é de insegurança, diz Nymia.
"Se sair como a empresa quer que saia, com as demonstrações auditadas, o rating deve ser estabilizado. Mas a perspectiva maior é que as coisas não funcionem assim tão facilmente, por causa da proporção da Operação Lava Jato (da PF) e da dificuldade de revisar os números", destaca a analista.
Para aliviar o caixa e não ficar dependente de captações, que sairiam mais caras neste momento de crise, a Petrobras pretende adiar investimentos.
Mas a análise de Nymia é que, no curto prazo pelo menos, esse plano não seja de tão fácil execução.
Ela lembra que boa parte dos contratos de aquisição de equipamentos e serviços para o próximo ano já está fechada e que, com isso, há pouca flexibilidade de negociação.
Reduções de gastos, em sua opinião, só serão possíveis em 2016.
Ainda assim, a previsão é que o grau de investimento, selo que mantém as ações da Petrobras no grupo das mais atrativas do mercado, seja mantido num primeiro momento.
Mas, no médio prazo, afirmou Nymia, "é maior o risco" de perder o grau de investimento.
Procurada, a Petrobras disse que não comentaria. O Planalto informou que "quem responde pela Petrobras é a Petrobras". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:
Exame.com
Vale considera possibilidade de vender fatia de sua unidade de metais básicos.
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A mineradora Vale considera vender fatia de 30 a 40% da sua unidade de metais básicos por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), para arrecadar recursos para projetos importantes em meio à queda do preços das commodities. Nesta terça-feira (2), a empresa anunciou que que reduzirá o investimento anual pelo quarto ano seguido em 2015, focando recursos apenas em projetos de classe mundial em meio à queda do valor de seu principal produto.
"Não estamos considerando vender uma fatia minoritária em IPO a qualquer preço, apenas no caso de termos um preço justo", afirmou nesta terça-feira (2) o presidente da companhia, Murilo Ferreira, a investidores em Nova York.
Alguns analistas avaliaram a divisão de metais básicos em valores entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões. A decisão final sobre a oferta de ações deve ser tomada até agosto de 2015.
Alguns analistas avaliaram a divisão de metais básicos em valores entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões. A decisão final sobre a oferta de ações deve ser tomada até agosto de 2015.
O executivo disse que a empresa estava em conversas com investidores e que, se o IPO for adiante, seria provável a listagem em Toronto.
As maiores empresas de mineração do mundo estão vendendo ativos não essenciais, a fim de resistir a uma era de preços mais baixos causados por um excesso da oferta e pela desaceleração do crescimento da demanda na China.
As margens de lucro da Vale têm sofrido com o preço do minério de ferro, que tende a representar cerca de 80% dos lucros da mineradora. O preço da matéria-prima do aço caiu pela metade neste ano, para cerca de US$ 70 por tonelada.
A divisão de metais básicos da Vale é composta principalmente por ativos de níquel adquiridos em 2006 através da compra da canadense Inco.
"Pode haver uma janela virtuosa por esta oportunidade", disse o diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, referindo-se ao potencial IPO, que ele valoriza entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões.
Fonte: Globo.com
Será que tem realmente desconto? Vem aí mais uma Black Friday ou seria Fraudei, no Brasil?
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O comércio on-line se arma para a próxima sexta-feira, dia em que o país terá sua quarta edição da Black Friday. Inspirado na data em que o comércio americano desova estoques para a época do Natal, promovendo megadescontos, o evento existe no Brasil em versão e-commerce desde 2011. De lá pra cá, muitos consumidores fizeram bons negócios. Outros ganharam dores de cabeça e garantiram idas ao Procon. Entre os principais problemas estão a maquiagem de preço, os servidores sobrecarregados e a falta de estoque. Tantas adversidades renderam ao evento um nome 'paralelo': Black Fraude. Para tentar reverter o quadro, os organizadores promovem, desde o ano passado, medidas para se precaver da má-fé de lojistas e dos problemas tecnológicos.
O empresário Pedro Eugênio, do site Busca Descontos, que trouxe o evento ao Brasil, garante que as lojas aprenderam com os erros e se deram conta de que não compensa sair com a imagem arranhada devido à propaganda enganosa. Por isso, intensificou o trabalho de adesão ao selo Black Friday Legal — que garante, de certa forma, a idoneidade das empresas. Eugênio também disponibilizou desde o ano passado, no site ReclameAqui, um canal direto para queixas sobre as ofertas do evento. Há ainda um acompanhamento em tempo real dos preços dos produtos feito pelo Instituto Sieve. O intuito é combater a maquiagem de preço, que atingiu um índice de 21% no ano passado. “Além de ter muita gente que espera a Black Friday para comprar produtos de maior valor agregado, neste ano, muitas pessoas querem usar a data para antecipar os presentes de Natal. Além disso, o 13º salário de grande parte dos brasileiros cairá na conta no dia exato da Black Friday, o que aumenta o potencial de consumo”, explica o organizador.
Entre 2012 e 2013, o número de transações saltou mais de 400%, para 1,95 milhão, durante o dia e ao longo do fim de semana. Já as reclamações aumentaram 6,2%, segundo o ReclameAqui. “A Black Friday traz mais vendas e, consequentemente, maior número de problemas. A frase de ordem para o período é estar preparado para resolver todos eles. No caso do consumidor, é preciso se manter atento e comparar preços”, explica Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.
Segundo dados do Google, entre os meses de outubro e novembro, o interesse de consumidores pela Black Friday aumentou 200% em relação ao mesmo período do ano passado. A gerente de vendas para varejo do Google Brasil, Lidiane Tahan, afirma que entre as principais buscas estão eletrônicos, eletrodomésticos, vestuário e móveis. “Para as empresas é importante investir na Black Friday porque, se o consumidor tiver uma boa experiência no site, ele volta para fazer compras no Natal. É uma ferramenta estratégica para que a empresa consiga captar novos clientes”, afirma. O Google representa 30% da origem dos acessos de todos os sites de varejo credenciados para a Black Friday.
Outro fator determinante para estimular as empresas a não errarem em 2014 é o próprio cenário econômico. As vendas no comércio subiram apenas 2,6% até setembro deste ano, o pior resultado em quase uma década. Já a inflação abocanha uma fatia cada vez maior da renda da população. O IPCA de outubro marcou 6,59%, acima do teto da meta do Banco Central. Não bastasse isso, a demanda por crédito tem recuado e as famílias apertam os cintos para evitar o endividamento. Traduzindo na linguagem do comércio, esses indicadores sinalizam que a população está comprando menos e que os varejistas estão com estoques elevados. Sendo assim, a Black Friday será a última chance antes do Natal de reverter o quadro de desaceleração. A expectativa é de que as vendas superem 1,2 bilhão de reais — uma alta de 56% em relação ao ano passado. Apesar de inferior ao crescimento do ano passado (que chegou a 217%), a previsão é otimista quando se leva em conta a conjuntura ruim. A saber se vai se concretizar.
Fonte: Veja Online
Órgão americano investiga petrobrás. Empresa deverá enviar documentos.
Posted by : Agrocompare / on :
A Securities and Exchange Commission (SEC) socilitou na última sexta-feira (21) à Petrobras documentos relativos a uma investigação que o órgão está fazendo sobre a empresa brasileira, informou a estatal nesta segunda-feira (24). A SEC é o órgão que regula o mercado de capitais nos Estados Unidos e que, no Brasil, seria correspondente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Petrobras tem ações negociadas nos mercados de Nova York, o que justifica o interesse dos EUA nas denúncias.
Em comunicado, a empresa informou que os documentos serão enviados "após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".
"A Petrobras reitera o seu compromisso de atender as autoridades públicas americanas com o mesmo empenho que vem atendendo as autoridades públicas brasileiras", finaliza o texto.
A Petrobras tem ações negociadas nos mercados de Nova York, o que justifica o interesse dos EUA nas denúncias.
Em comunicado, a empresa informou que os documentos serão enviados "após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".
"A Petrobras reitera o seu compromisso de atender as autoridades públicas americanas com o mesmo empenho que vem atendendo as autoridades públicas brasileiras", finaliza o texto.
A estatal não informou quais documentos a SEC pediu.
No dia 10 de novembro, o jornal britânico “Financial Times” informou que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal contra a Petrobras por conta das denúncias de corrupção na companhia. De acordo com a reportagem, as autoridades dos Estados Unidos estão investigando se a estatal ou funcionários da empresa receberam propina. O jornal diz que as autoridades dos EUA querem saber se a Petrobras, seus funcionários ou intermediários violaram o Ato de Práticas Corruptas Estrangeiras, um estatuto anti-corrupção que considera ilegal subornar oficiais estrangeiros para conseguir ou manter negócios.
A Reuters também noticiou que o órgão norte-americano realiza investigação sobre a petroleira. As atividades da Petrobras estão sendo investigadas por uma unidade do Departamento de Justiça dos EUA que analisa potenciais violações à legislação do país contra corrupção no exterior, informou a agência.
Denúncias
A Petrobras está no centro das investigações da operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O esquema, segundo a PF, foi usado para lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, e movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
Os principais contratos sob suspeita são a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que teria servido para abastecer caixa de partidos e pagar propina, e o da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, da qual teriam sido desviados até R$ 400 milhões.
Após parto inesperado durante férias nos EUA, turista canadense terá de pagar R$ 2,4 milhões por serviços médicos.
Posted by : Agrocompare / on :
A classe média deslumbrada, que quer comprar enxoval de bebê nos EUA – como os juízes que reclamam de não poder comprar ternos em Miami – deveria prestar atenção no terrível episódio envolvendo a turista canadense Jennifer Huculak-Kimmel e ver aonde a gula da medicina privada pode chegar. As informações são da CBC News e do Daily Mail.
Jennifer, grávida, viajou com o marido para passear no Havaí. Prudente, fez um seguro-saúde com a empresa Blue Cross.
Por acaso – e possivelmente por uma infecção urinária contraída durante a gravidez – ocorreu um inesperado estouro de bolsa e ela teve de fazer um parto prematuro.
Até aí, algo infelizmente não muito raro e perigoso para mãe e bebê.
Mas o “original” veio depois, quando recebeu a conta da internação que, como é comum quando o prematuro tem muitos problemas, durou dois meses.
A “notinha” era de “apenas” US$ 950 mil, ou R$ 2,4 milhões.
E, claro, o tal seguro saúde não a cobriu, alegando que não fez seguro para a criança.
Deixando de lado o drama pessoal da mãe e de sua criança, é o caso de perguntar que tipo de sistema de saúde é este?
Mercantilismo total. Extorsão sobre uma criança e uma mãe fragilizados.
É isso o que queremos para o Brasil?
Mesmo para quem pode pagar – e paga, bem caro – por um parto, ainda mais numa situação de emergência, será que podemos deixar que a saúde e a vida das pessoas sejam submetidas a isso?
Claro que uma UTI neonatal é cara, mas chegar-se ao ponto de cobrar R$ 40 mil por diária?
Pesquisem e vejam como a coisa anda por aqui. Não chega a isso, claro, mas não vai ser difícil achar preços de R$ 4 ou 5 mil por dia, sem contar a equipe de médicos…
Um sistema de saúde que chega a isso não é de saúde, mas de completa doença social.
Será que isso não escandaliza os nossos médicos, que sabem que estes valores são subsidiados pelos contribuintes, pois despesas médicas são dedutíveis no Imposto de Renda?
É fácil chamar de escravos os médicos cubanos que vêm trabalhar por salários modestos. Difícil é chamar de mercenários quem faz coisas como estas com um criança recém-nascida, prematura, em sério risco de morte.
Podem achar que são deuses. Mas os que fazem isso só podem mesmo ser demônios.
Opinião: Fernando Brito, Tijolaço
Fonte: Pragmatismo Político
Alíquota do IPI para veículos volta integralmente em janeiro de 2015.
Posted by : Agrocompare / on :
O governo federal está decidido a recompor integralmente a alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para automóveis em janeiro de 2015, segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. Ele se reuniu, ontem, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, segundo Moan, reafirmou a decisão do governo de voltar à alíquota, como já estava previsto.
Mesmo com a alta do imposto, a Anfavea prevê que a venda de automóveis será maior em 2015 do que em 2014 - mas ainda não tem um número projetado, de acordo com o presidente. Em 1º de janeiro, a alíquota para os carros populares subirá de 3% para 7%, enquanto o tributo para os carros médios subirá de 9% para 11% (no caso dos motores flex) e para 13% (a gasolina). “Eu toquei no assunto, mas a posição é de que há decisão do governo pela implementação da alíquota cheia do IPI em janeiro”, disse, acrescentando que não pediu explicações sobre os motivos.
A decisão sobre repassar a alta do imposto integralmente para o preço final será de cada empresa, segundo Moan. “Vamos continuar trabalhando na produção, nas promoções de venda e vamos continuar aqui. Estamos no Brasil há mais de 90 anos e vamos continuar nos próximos 90”, disse. Ele negou que o setor tenha planos de promover demissões.
“A indústria tem seus trabalhadores em nível muito qualificado. A indústria sempre evitou fazer redução do pessoal pelo investimento que foi feito, então vamos lutar o máximo possível para continuar produzindo”. Moan comemorou que as vendas, em novembro, estão superiores a 13 mil veículos por dia. “Em outubro, estávamos brigando para atingir 13 mil unidades diárias. Este mês, já estamos brigando para superar outras metas”.
O presidente da Anfavea afirmou, ainda, que o crédito para financiamento de veículos está voltando. Em setembro, houve aumento de quase 8% no número de veículos financiados. Em outubro, subiu em torno de 10%.
FONTE: Correio do estado







