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Fonte: Agencia EFE
O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, afirmou que os dois presidentes concordaram que é hora de "dar um basta no derramamento de sangue" na Ucrânia e discutiram "temas relacionados ao país", informou a agência Interfax. Em tom nem tão calmo quanto os outros encontros, a chanceler alemã Angela Merkel, pediu para que o presidente russo "assumisse responsabilidades", afirmando que ele tem uma "grande" parte de culpa e de poder para resolver a crise ucraniana, informou em nota o governo alemão. Peskov afirmou em nota que "a chanceler expressou suas convicções que, depois das eleições presidenciais reconhecidas internacionalmente (na Ucrânia), é preciso utilizar o tempo para encontrar uma solução para estabilizar a situação no Leste da Ucrânia. E, nesse sentido, a Rússia deve assumir grandes responsabilidades". Fonte: Jornal do Brasil
Fonte: Hypeness
Fonte: Público Pt
Há três anos, uma revolta contra o regime de Assad se transformou no que parecia ser uma guerra civil direta entre as forças governamentais e os rebeldes sírios. No entanto, ao longo do tempo, o que começou como um movimento de oposição em grande parte secular começou a assumir mais de um tom islâmico radical, com duas ramificações - a Al Qaeda - Estado Islâmico do Iraque e al-Sham (ISIS) e Jabhat al-Nusra - se tornando as forças dominantes do território em todo o Norte, controlado pelos rebeldes.
Fonte: Vice News
O futuro incerto das crianças refugiadas na Turquia.
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Mais de 1,6 milhões de pessoas fugiram da Síria para a Turquia e a maioria vive sem acesso a qualquer tipo de apoio, apesar de algumas medidas positivas tomadas pelo Governo, num país que começou por recusar a ajuda das Nações Unidas, mas acabou por perceber que não tinha meios para combater uma crise tão grande. Muitos sírios não conseguem trabalho – as crianças, que recebem ainda menos do que os adultos, tornaram-se muitas vezes o único ganha-pão das famílias.
Uma família que os representantes da Anistia Internacional encontraram na província de Kilis, no Sul, sobrevive graças ao dinheiro que uma menina de dez anos e os seus três irmãos, de 14, 15 e 17 anos, conseguem ganhar. “Se estas crianças não trabalharem, vão morrer de fome”, diz o pai, um médico de Damasco.
Outra família, que fugiu de Alepo em 2012, vive numa espécie de refúgio militar de cimento com duas divisões, um frigorífico e um lavatório numa delas, noutra vários colchões e cinco cobertores que um vizinho turco lhes deram, mais uma janela que nada mais é do que um buraco na parede. Pagam aluguél junto à fronteira: 300 liras turcas (cerca de R$ 350) por mês, que inclúe, água e electricidade.
O pai, que não consegue trabalho, plantou alguns vegetais no terreno, o que às vezes são o único alimento dos seus nove filhos e da avó destes, uma senhora com diabetes que não consegue sair da cama sem ajuda de alguém. Para sobreviverem, o pai e um dos filhos, de dez anos, Ibrahim (Pseudonimo), recolhem plástico de caixotes do lixo e depois levam até uma central de reciclagem para vender por 1 lira turca (cerca de R$ 1,15 ) cada meio quilo. Um irmão de Ibrahim, de 13 anos, transporta sacos de compras das lojas de um centro comercial até aos carros dos clientes.
Às vezes, Ibrahim trabalha sozinho, das 6h às 16h, porque o pai fica a ajudar a mãe, que deveria receber cuidados médicos, mas não consegue deslocar-se ao local onde poderia consultar um. Nos dias bons, os três juntos conseguem 15 liras (cerca de R$ 48,00) por dia. Das nove crianças, Ibrahim é o único que ocupa parte do seu tempo livre aprendendo a ler e escrever com um imã local. “Nenhúma”, foi o que Ibrahim respondeu quando os representantes lhe perguntaram qual era a melhor parte do seu dia.
Outros acamparam ao lado dos campos oficiais, na esperança que um dia haja vagas. A Anistia Internacional encontrou 150 a 200 pessoas a viver ao lado de um campo, em Akçakale, uma pequena vila na província de Sanliurfa, abrigadas junto a uma auto-estrada, protegidas pelo sol apenas por cobertores e lençóis presos a uma cerca de arame que à noite soltavam para se cobrir, quando se deitavam no chão. A única comida que tinham era a que os refugiados do campo reuniam para lhes entregar. “Muitos tinham doenças de pele e outros problemas de saúde que não podem a ser tratados.”
Quando os representantes da ONG visitaram estas pessoas, ouviram contar como fugiam a cada dois ou três dias, quando a polícia militar turca chegava e disparava para os dispersar. Duas semanas depois, numa segunda visita, os refugiados tinham desaparecido e um jornalista explicou que tinham sido “retirados dali, não se sabe para onde”.
Crianças de olhar vazio
Na mesma vila, um pouco mais longe do campo, duas dezenas de famílias vivem numa prisão abandonada e disseram estar ali há oito ou nove meses. E ainda em Akçakale, a ONG encontrou refugiados de Idlib e Alepo que estavam há 45 dias a viver em estruturas de cimento vazias, com três paredes e nenhuma porta. “Todas as crianças, incluindo um pequeno bebé, apresentaram problemas de pele na face, braços e pernas."
“Ao contrário de todas as outras crianças que os representantes da ONG encontraram na Turquia – incluindo as que vivem em circunstâncias particularmente difíceis –, as crianças deste local estavam sentadas imóveis, com um olhar vazio e rostos sombrios”, descreveram no relatório. Uma menina de oito anos que perdeu os pais num ataque em Alepo e agora é tratada pelo tio, parou de falar e o tio não encontra nenhum apoio psicológico para ela. “Todas estas crianças têm febre e diarreia e o calor as faz desmaiar quase que diariamente. Cada uma destas famílias sofreram muito e agora voltam a sofrer mais aqui”, declarou o tio.
Na primeira visita, em Julho, viviam cem pessoas nesta prisão, mas a Anistia sabe que com a chegada do Inverno esse número subirá para cerca de 500.
Por vários motivos, incluindo a vontade de acreditar que esta seria uma crise temporária, a Turquia decidiu que enfrentaria sozinha a chegada de refugiados sírios. Uma atitude que começou a mudar. Hoje, o Governo aceita aconselhamento do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR) e pediu ajuda a esta agência para lidar com todos os refugiados que estão fora dos campos, mas continua a dificultar o registo de ONGs internacionais.
Fonte: Publico Pt
Confirmada morte de ex-militar americano, refem do Estado Islamico.
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“Podemos confirmar que o cidadão americano Peter Kassig é refém do EI. Neste ponto não temos motivos para duvidar da autenticidade do vídeo. Continuaremos usando todas as ferramentas a nosso alcance – militares, diplomáticas, policiais, de Inteligência – para trazer Peter para junto de sua família”, afirmou a Casa Branca em comunicado.
O grupo radical Estado Islâmico publicou nesta sexta-feira, um vídeo com a decapitação do britânico Alan Henning, sequestrado em dezembro na Síria. A gravação, de pouco mais de 1 minuto de duração foi publicada em sites usados pelos islamitas sob o título “Outra mensagem para os Estados Unidos e seus aliados” e segue a linha brutal da organização terrorista. Da mesma forma que nas execuções anteriores, a vítima é decapitada por um carrasco mascarado em um lugar desértico, ao ar livre.
No final do vídeo, o EI apresenta um novo refém, o americano Peter Edward Kassig, um jovem ex-militar que serviu no Iraque entre abril e julho de 2007. De acordo com a rede CNN e fontes do jornal Washington Post e da revista Time, ele fez parte de uma unidade de elite do Exército Americano. Após deixar com honras a carreira militar por motivos de saúde em setembro de 2007, Kassig estudou ciências políticas, medicina de emergência e fundou uma ONG, a Special Emergency Response and Assistance (Sera). Em 2012, foi ao Líbano e passou a ajudar refugiados sírios que chegavam aos milhares fugindo da guerra civil.
Barbárie – O vídeo com a decapitação de Henning é o quarto divulgado pelo EI desde agosto, quando começou a ofensiva americana de ataques aéreos sobre posições do grupo no norte do Iraque. Antes dele, foram publicados os filmes com os assassinados os jornalistas americanos James Foley eSteven Sotloff, e o voluntário britânico David Haines.
No entanto, o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) já decapitou outros sete homens e três mulheres em uma região curda no norte da Síria, de acordo com o grupo de monitoramento dos direitos humanos Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). O diretor dessa entidade civil oposicionista, Rami Abdulrahman, afirmou que os assassinatos fazem parte de uma campanha bárbara para atemorizar moradores que resistem ao avanço do grupo extremista.
Segundo o OSDH, os mortos são cinco combatentes curdos que lutavam contra o EI, incluindo três mulheres, e mais quatro rebeldes árabes sírios. A outra vítima é um civil curdo que também teve a cabeça arrancada. Eles foram capturados e decapitados na última terça-feira em um local a cerca de 14 quilômetros a oeste de Kobani, uma cidade curda cercada pelos jihadistas, nas proximidades da fronteira turca.
De acordo com a missão das Nacções Unidas no Iraque (Unami, na sigla em inglês), os atos de violência durante o mês de setembro no Iraque tiraram a vida de 1.119 iraquianos e feriram outros 1.946. O número de civis mortos chegou a 854, o de feridos a 1.604, e a 265 entre os membros das forças de segurança (incluídas as tropas curdas, as forças especiais e as milícias que apoiam o exército iraquiano), além de 342 feridos.
Putin e Obama pedem fim de conflitos na Ucrânia.
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O tão esperado encontro entre os presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Barack Obama, ocorreu nesta sexta-feira (06) durante as comemorações dos 70 anos do Dia D da Segunda Guerra Mundial. Os dois também tiveram encontros bilaterais com o novo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.
O presidente italiano, Giorgio Napolitano, declarou que o clima do encontro na Normandia estava muito bom. "Era um clima de vizinhança, leve, inclusive entre Putin e Obama".
Segundo o presidente francês, François Hollande, o encontro entre Putin e Poroshenko foi "normal e importante". Os dois trocaram apertos de mão e conversaram por alguns minutos sobre a situação ucraniana. Nos últimos dias, Putin havia dado a impressão de que estava pronto para conversar com o novo mandatário ucraniano - apesar de não participar de sua cerimônia de posse.
Vídeo mostra o reencontro emocionante de soldados americanos com suas famílias, ao voltar da guerra.
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Se despedidas são sempre situações dolorosas, reencontros com pessoas que amamos são algumas das melhores coisas da vida. Esse vídeo compilado pela ESPN, e com a bela trilha sonora “I’m going home“, de Chris Daughtry, mostra uma sequência de reencontros de soldados americanos voltando da guerra e reencontrando suas famílias.
O vídeo emociona do início ao fim. Se você estiver no trabalho ou em algum lugar onde não possa exagerar nas emoções, talvez seja melhor assistir em casa.
Confiram:
Fonte: Hypeness
Jovem ucraniana pede socorro em vídeo feito em meio aos protestos na capital Kiev.
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“Quero que saibam porque milhares de pessoas do meu país estão nas ruas”, começa dizendo uma jovem, de olhos azuis, depois de dizer que é uma ucraniana de Kiev. Num vídeo — de apenas dois minutos, online desde 10 de Fevereiro e já tem mais de cinco milhões de visualizações —, explica o que tem acontecido em seu país, num relato emocionado.
É mais um, a juntar aos muitos testemunhos pessoais, músicas e transmissões em diretas do local dos protestos na Praça da Independência, em Kiev, que perduram desde Novembro de 2013, compartilhados por pessoas de todo o mundo. “Queremos ser livres da ditadura e dos políticos que só trabalham para si mesmos, prontos para disparar, ferir e espancar pessoas para salvarem o seu dinheiro, as suas casas e o seu poder.” Disse emocionada.
À rede CNN, o produtora do vídeo, Ben Moses, revelou alguns detalhes sobre a jovem: sabemos que tem 25 anos, que nasceu e cresceu em Kiev, onde vive, e que é casada. O nome não é mencionado, uma vez que ela teme retaliações. “Sei que amanhã talvez não tenhamos telefones ou ligação à Internet (...) e que a polícia pode nos matar, um a um”, diz no vídeo.
O documentário “A Whisper to a Roar” — que conta a história de ativistas pela democracia no Egito, na Malásia, na Venezuela, no Zimbabué e na Ucrânia — é a razão pelo qual, Ben Moses estava em Kiev, em Dezembro de 2013, quando o vídeo foi filmado.
“Centenas de milhares de pessoas normais inundaram as ruas, finalmente fartas da corrupção e dos líderes deste governo, agarrados ao poder”, descreveu ao Huffington Post (HP). Nos protestos, Moses conheceu famílias com crianças e ouviu as suas histórias. Foi para ele como um estímulo para “fazer alguma coisa para espalhar as suas palavras”.
“Esta jovem personifica a vasta maioria da população nas ruas do país e fala de coração dos protestos. Os vastos 99 por cento não são criminosos ou neo-nazis, são cidadãos normais que simplesmente se fartaram”, relata o documentarista norte-americano ao HF.
Às pessoas que assistirem ao vídeo, a jovem pede que o partilhem e que denunciem a situação no seu país. “Somos um povo civilizado mas os nossos governantes são bárbaros (...) Queremos ser livres.” Desabafa a jovem.
Vejam o vídeo em inglês.
Vejam o vídeo em inglês.
Fonte: Público Pt
Repórter cinematográfico grava imagens impressionantes dos conflitos locais ocorridos na Síria.
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Há três anos, uma revolta contra o regime de Assad se transformou no que parecia ser uma guerra civil direta entre as forças governamentais e os rebeldes sírios. No entanto, ao longo do tempo, o que começou como um movimento de oposição em grande parte secular começou a assumir mais de um tom islâmico radical, com duas ramificações - a Al Qaeda - Estado Islâmico do Iraque e al-Sham (ISIS) e Jabhat al-Nusra - se tornando as forças dominantes do território em todo o Norte, controlado pelos rebeldes.
Um repórter cinematográfico conseguiu garantir um acesso sem precedentes as facções da Al Qaeda lutando contra as forças do governo da Síria, apesar do risco que correu de ser sequestrado. Este é um retrato notável dos voluntários estrangeiros e moradores local, dispostos a lutar e morrer para estabelecer um novo governo em seu país.
Vejam a matéria na íntegra, legendado em inglês:
Vejam a matéria na íntegra, legendado em inglês:
Fonte: Vice News
Líderes de vários países, pedem maior rigor contra o uso de armas químicas na Síria.
Posted by : Agrocompare / on :
Líderes e representantes de 11 países pediram uma “resposta internacional firme” contra o uso de armas químicas na Síria, segundo um comunicado divulgado pela Casa Branca, após o encerramento da Cúpula do G20.
A declaração, assinada à margem da cimeira do grupo dos países mais ricos do mundo e das potências emergentes (G20), em São Petersburgo (Rússia), conta com o apoio da Austrália, Arábia Saudita, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Reino Unido, Coreia do Sul, Turquia e dos Estados Unidos. A Alemanha é o único país europeu membro do G20 que não assinou o apelo.
“Apelamos a uma resposta internacional firme a esta grave violação das regras e da consciência mundial, que envie uma mensagem clara de que este tipo de atrocidade jamais poderá ser repetido”, indica o texto. O comunicado acrescenta que “aqueles que cometeram estes crimes têm que ser responsabilizados”.
Os 11 países qualificam o ataque do dia 21 de agosto nos arredores de Damasco como “horrível” e afirmam que “as provas indicam claramente o governo sírio como responsável”. As autoridades de Damasco negam qualquer envolvimento e acusam a oposição armada da autoria do ataque.
No mesmo texto, os 11 países signatários afirmam que têm apoiado de forma consistente “uma resolução forte do Conselho de Segurança das Nações Unidas”, mas reconhecem que este órgão “encontra-se paralisado, e assim tem permanecido durante os últimos dois anos e meio”, desde o início da guerra civil na Síria.
“O mundo não pode esperar por incessantes processos falhados, que apenas levam a um aumento do sofrimento na Síria e da instabilidade na região”, assinalam os países, segundo o comunicado divulgado por Washington.
Os signatários sublinham ainda que apoiam “os esforços empreendidos pelos Estados Unidos e outros países para reforçar a proibição do uso de armas químicas”, mas sem fazer uma menção explícita a uma eventual intervenção militar.
Neste sentido, os países exigem que “a missão de inspetores da ONU apresente as suas conclusões logo que possível” e que o Conselho de Segurança “atue em conformidade”.
O comunicado condena “veementemente” todas as violações dos direitos humanos em todas as partes, insistindo no compromisso de encontrar “uma solução política que resulte numa Síria unida, inclusiva e democrática”.
No final da declaração, os países europeus signatários afirmam que “irão continuar a promover uma posição comum da Europa”, numa altura em que os chefes da diplomacia dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE) estão reunidos em Vilnius (Lituânia).
Fonte: Jornal do Brasil








