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O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, afirmou que os dois presidentes concordaram que é hora de "dar um basta no derramamento de sangue" na Ucrânia e discutiram "temas relacionados ao país", informou a agência Interfax. Em tom nem tão calmo quanto os outros encontros, a chanceler alemã Angela Merkel, pediu para que o presidente russo "assumisse responsabilidades", afirmando que ele tem uma "grande" parte de culpa e de poder para resolver a crise ucraniana, informou em nota o governo alemão. Peskov afirmou em nota que "a chanceler expressou suas convicções que, depois das eleições presidenciais reconhecidas internacionalmente (na Ucrânia), é preciso utilizar o tempo para encontrar uma solução para estabilizar a situação no Leste da Ucrânia. E, nesse sentido, a Rússia deve assumir grandes responsabilidades". Fonte: Jornal do Brasil
As recepções a líderes mundiais e a personalidades de grande relevância são rotineiras na Casa Branca, mas nunca um evento reuniu tantas celebridades como a festa do 50.º aniversário da primeira-dama Michelle Obama, na noite do último sábado. As opiniões sobre o momento dividem-se entre o concerto de Beyoncé, a dança do Presidente Barack Obama, ou o seu discurso emocionado dedicado à mulher.
Putin e Obama pedem fim de conflitos na Ucrânia.
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O tão esperado encontro entre os presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Barack Obama, ocorreu nesta sexta-feira (06) durante as comemorações dos 70 anos do Dia D da Segunda Guerra Mundial. Os dois também tiveram encontros bilaterais com o novo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.
O presidente italiano, Giorgio Napolitano, declarou que o clima do encontro na Normandia estava muito bom. "Era um clima de vizinhança, leve, inclusive entre Putin e Obama".
Segundo o presidente francês, François Hollande, o encontro entre Putin e Poroshenko foi "normal e importante". Os dois trocaram apertos de mão e conversaram por alguns minutos sobre a situação ucraniana. Nos últimos dias, Putin havia dado a impressão de que estava pronto para conversar com o novo mandatário ucraniano - apesar de não participar de sua cerimônia de posse.
Michelle fabulosa e sua festa dos cinquenta. Só entrou quem era pop!
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As recepções a líderes mundiais e a personalidades de grande relevância são rotineiras na Casa Branca, mas nunca um evento reuniu tantas celebridades como a festa do 50.º aniversário da primeira-dama Michelle Obama, na noite do último sábado. As opiniões sobre o momento dividem-se entre o concerto de Beyoncé, a dança do Presidente Barack Obama, ou o seu discurso emocionado dedicado à mulher.
As regras impostas aos convidados eram simples e incontornáveis: nada de celulares, muita dança e pouca comida. A imprensa não teve direito a convite e a lista dos convidados não foi revelada, mas o segredo do evento não impediu que alguns detalhes fossem conhecidos.
A imprensa norte-americana dá conta de um desfile de políticos e celebridades quase infindável. Bill e Hillary Clinton, o vice-Presidente, Joe Biden, sir Paul McCartney, a antiga estrela da NBA, Magic Johnson, e Stevie Wonder são apenas alguns dos nomes mais conhecidos que marcaram presença na festa de Michelle.
Os parabéns ficaram a cargo de John Legend, mas foi Beyoncé, cada vez mais uma presença habitual nos eventos presidenciais – o Washington Post já lhe chama a diva da presidência –, que brilhou sob os holofotes. Os êxitos “Single Ladies (Put a Ring on It)“ e “To The Left” foram interpretados pela cantora norte-americana. Os Obama foram também brindados com uma cover de “At Last”, de Etta James, uma das preferidas do casal.
Alguns convidados saudaram o discurso emocionado que Barack Obama dirigiu a Michelle, descrevendo-a como uma grande mulher e mãe e agradecendo-lhe por ter feito dele um homem melhor. “Ele subiu a fasquia para todos nós, não sei como é que vamos conseguir estar à altura a partir de agora”, afirmou à saída da festa o cantor James Taylor, citado pela CNN. O artista Herbie Hancock notou que a voz do Presidente “quase quebrou como se estivesse a chorar.”
Com cinquenta anos e “fabulosa”, como frisou durante a última semana, Michelle organizou uma festa para demonstrar isso mesmo. A primeira-dama, cujo aniversário foi na sexta-feira, apareceu com uma camisola vermelha e de calças e, segundo alguns convidados, “pareceu muito confortável e feliz.” O convite advertia para a utilização de “calçado para dançar” e os convidados cumpriram.
O actor Samuel L. Jackson dizia, à entrada da festa, que estava à espera de ouvir “música de outros tempos” e Magic Johnson prometeu dançar a noite toda. O gosto de Michelle Obama pela dança já foi comprovado nas aparições em vários programas televisivos, como no de Ellen DeGeneres ou o de Jimmy Fallon. Mas foi mesmo Barack Obama quem dominou a pista com o seu “dougie”.
Fonte: Publico Pt
Líder iraniano disse que Obama usa como pretexto, ataque de armas químicas, para iniciar uma Guerra no país.
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O líder da Revolução Islâmica no Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse hoje (5) que o governo dos Estados Unidos usa como pretexto os ataques com armas químicas na Síria para deflagrar guerra contra o país. Segundo ele, os norte-americanos não estão preocupados com as questões humanitárias. Khamenei reiterou que o Irã apoiará a Síria em uma eventual ação militar na região.
“[Os Estados Unidos e aliados] utilizam as armas químicas como pretexto e dizem que querem intervir por questões humanitárias", disse o líder religioso cujo poder político coloca-o como a principal força no Irã. No último dia 21, dois ataques com armas químicas mataram cerca de mil pessoas nos arredores de Damasco, capital síria, e a responsabilidade é atribuída ao governo.
O Irã é o principal apoio da Síria entre os países muçulmanos e busca aumentar a adesão entre os que venham a defender o governo do presidente Bashar Al Assad. O Irã e a Venezuela defendem que o Movimento dos Países Não Alinhados tentem evitar a ação militar armada, liderada pelos Estados Unidos.
O Irã está na presidência do movimento e em 2015, a Venezuela o sucederá. O grupo foi criado em 2004 e reúne 115 países, em geral nações em desenvolvimento. A China e a Índia, que têm grandes exércitos, também integram o Movimento dos Países Não Alinhados.
"Os Estados Unidos enganam-se sobre a Síria e vão, seguramente, sofrer tal como no Iraque e no Afeganistão", acrescentou Khamenei.
Fonte: Agência Brasil




