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Em protesto ao bloqueio do Youtube decretado ontem, 27, pelo primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, o grupo hacker RedHack atacou durante a noite o site da Autoridade Turca de Telecomunicações (TIB). De acordo com a mídia turca, o site da TIB ficou inoperante durante toda a noite. Recentemente, o primeiro-ministro havia também decretado o bloqueio do Twitter para evitar a publicação de supostos casos de corrupção envolvendo a cúpula de seu governo. Porém, na última quarta-feira, uma corte administrativa derrubou a decisão. O bloqueio das duas populares redes sociais ocorre próximo das cruciais eleições administrativas, que deverão ocorrer no próximo dia 30 de março. A medida acarretou em nova onda de críticas dos Estados Unidos e da União Europeia. O porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Marie Harf, afirmou que os Estados Unidos são contra todo tipo de violações da liberdade de expressão e pediu que a decisão de bloquear o Youtube fosse revista. (ANSA)
Fonte: Jornal do Brasil
Fonte: Público Pt
Indignados com decisão da corte da cidade de Ferguson, no Missouri, manifestantes levam protestos à mais 170 cidades americanas
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A indignação da cidade de Ferguson, no Missouri, com a decisão de um júri que livrou o policial que matou o jovem negro Michael Brown, estendeu-se, nessa terça-feira (25), a 170 cidades em 37 estados norte-americanos, com milhares de pessoas saindo às ruas.
Washington, Nova York, Los Angeles, Atlanta, Boston, Filadelfia, Oakland e Seattle foram palco, à noite, das maiores concentrações, de tom pacífico, com raros incidentes e algumas detenções.
As grandes cidades de todo o país estavam em alerta diante da possibilidade de distúrbios desde a noite de segunda-feira (24), quando foi conhecida a decisão do júri de não avançar com uma acusação contra o agente Darren Wilson, por não haver provas suficientes para sustentar a imputação ao policial, de 28 anos, que matou a tiro Brown, de 18 anos, em Ferguson, no dia 9 de agosto.
O caso de Ferguson desencadeou uma série de protestos em todo o país, tendo sido registrados episódios violentos, que levaram à designação, ontem, de mais de 2 mil agentes da Guarda Nacional para a pequena localidade, depois de, na noite anterior, terem sido registrados incêndios em edifícios, em viaturas, saques e detidas mais de 80 pessoas.
Fonte: Agencia Brasil
Ato no centro de São Paulo pede reformas política, urbana, agrária e tributária.
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A marcha Contra a Direita, por Mais Direitos reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 12 mil pessoas na quinta-feira (13) na capital paulista. Os manifestantes começaram a se concentrar no fim da tarde no vão-livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na região central da cidade. Em seguida, fecharam a Avenida Paulista e seguiram até a Rua da Consolação. Além de repudiar as recentes manifestações a favor da volta ao regime militar, o ato pediu a democratização dos meios de comunicação e as reformas política, urbana, agrária e tributária.
Os manifestantes passaram ainda pela região dos Jardins, bairro nobre da capital, onde dançaram forró para criticar as mensagens preconceituosas contra nordestinos divulgadas nas redes sociais após o segundo turno das eleições. “Se lá, na marcha deles, tem elite que não gosta do povo. Aqui tem povo trabalhador, tem negro e tem nordestino. Aqui está o povo brasileiro verdadeiramente representado”, disse, do alto do carro de som, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos. Depois a passeata desceu a Consolação sob garoa fina e terminou na Praça Roosevelt, no centro.
Boulos, defendeu que os movimentos sociais devem pautar uma agenda de mudanças para os próximos anos. "Nós queremos deixar claro, aqui, que nós queremos falar de uma intervenção nos rumos do país, mas não é intervenção militar, é uma intervenção popular". Ele também destacou a necessidade de se implementar uma Assembleia Constituinte para implantar a reforma política. "O Congresso Nacional não vai abrir mão de seus privilégios", disse.
O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, destacou que os movimentos sociais devem cobrar as reformas diretamente da presidenta Dilma Rousseff. “Nós também queremos a reforma urbana. As cidades brasileiras vivem um caos. Nós temos que ter ênfase na política de moradia para o povo ter condições de ter onde morar. A Dilma foi eleita para isso”. A ex-candidata à Presidência pelo PSOL, Luciana Genro, enfatizou a importância da democratização dos meios de comunicação. “O que nós temos hoje é a ditadura dos donos dos meios de comunicação, que publicam aquilo que eles desejam e não, muitas vezes, a realidade dos fatos”, disse em seu discurso.
Também participaram da manifestação o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e o Movimento Juntos.
Fonte: R7
Em protesto ao bloqueio do You Tube, Hackers bloqueiam site do governo da Turquia.
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Jovem ucraniana pede socorro em vídeo feito em meio aos protestos na capital Kiev.
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“Quero que saibam porque milhares de pessoas do meu país estão nas ruas”, começa dizendo uma jovem, de olhos azuis, depois de dizer que é uma ucraniana de Kiev. Num vídeo — de apenas dois minutos, online desde 10 de Fevereiro e já tem mais de cinco milhões de visualizações —, explica o que tem acontecido em seu país, num relato emocionado.
É mais um, a juntar aos muitos testemunhos pessoais, músicas e transmissões em diretas do local dos protestos na Praça da Independência, em Kiev, que perduram desde Novembro de 2013, compartilhados por pessoas de todo o mundo. “Queremos ser livres da ditadura e dos políticos que só trabalham para si mesmos, prontos para disparar, ferir e espancar pessoas para salvarem o seu dinheiro, as suas casas e o seu poder.” Disse emocionada.
À rede CNN, o produtora do vídeo, Ben Moses, revelou alguns detalhes sobre a jovem: sabemos que tem 25 anos, que nasceu e cresceu em Kiev, onde vive, e que é casada. O nome não é mencionado, uma vez que ela teme retaliações. “Sei que amanhã talvez não tenhamos telefones ou ligação à Internet (...) e que a polícia pode nos matar, um a um”, diz no vídeo.
O documentário “A Whisper to a Roar” — que conta a história de ativistas pela democracia no Egito, na Malásia, na Venezuela, no Zimbabué e na Ucrânia — é a razão pelo qual, Ben Moses estava em Kiev, em Dezembro de 2013, quando o vídeo foi filmado.
“Centenas de milhares de pessoas normais inundaram as ruas, finalmente fartas da corrupção e dos líderes deste governo, agarrados ao poder”, descreveu ao Huffington Post (HP). Nos protestos, Moses conheceu famílias com crianças e ouviu as suas histórias. Foi para ele como um estímulo para “fazer alguma coisa para espalhar as suas palavras”.
“Esta jovem personifica a vasta maioria da população nas ruas do país e fala de coração dos protestos. Os vastos 99 por cento não são criminosos ou neo-nazis, são cidadãos normais que simplesmente se fartaram”, relata o documentarista norte-americano ao HF.
Às pessoas que assistirem ao vídeo, a jovem pede que o partilhem e que denunciem a situação no seu país. “Somos um povo civilizado mas os nossos governantes são bárbaros (...) Queremos ser livres.” Desabafa a jovem.
Vejam o vídeo em inglês.
Vejam o vídeo em inglês.
Fonte: Público Pt





