Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Ontem (23), a Moody's, agência de classificação de risco, colocou o rating da petroleira em revisão para possível rebaixamento.
A mineradora Vale considera vender fatia de 30 a 40% da sua unidade de metais básicos por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), para arrecadar recursos para projetos importantes em meio à queda do preços das commodities. Nesta terça-feira (2), a empresa anunciou que que reduzirá o investimento anual pelo quarto ano seguido em 2015, focando recursos apenas em projetos de classe mundial em meio à queda do valor de seu principal produto.
O comércio on-line se arma para a próxima sexta-feira, dia em que o país terá sua quarta edição da Black Friday. Inspirado na data em que o comércio americano desova estoques para a época do Natal, promovendo megadescontos, o evento existe no Brasil em versão e-commerce desde 2011. De lá pra cá, muitos consumidores fizeram bons negócios. Outros ganharam dores de cabeça e garantiram idas ao Procon. Entre os principais problemas estão a maquiagem de preço, os servidores sobrecarregados e a falta de estoque. Tantas adversidades renderam ao evento um nome 'paralelo': Black Fraude. Para tentar reverter o quadro, os organizadores promovem, desde o ano passado, medidas para se precaver da má-fé de lojistas e dos problemas tecnológicos.
A estatal não informou quais documentos a SEC pediu.
A Reuters também noticiou que o órgão norte-americano realiza investigação sobre a petroleira. As atividades da Petrobras estão sendo investigadas por uma unidade do Departamento de Justiça dos EUA que analisa potenciais violações à legislação do país contra corrupção no exterior, informou a agência.
A Petrobras está no centro das investigações da operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O esquema, segundo a PF, foi usado para lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, e movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
Os principais contratos sob suspeita são a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que teria servido para abastecer caixa de partidos e pagar propina, e o da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, da qual teriam sido desviados até R$ 400 milhões.
Exame.com
O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco fechou acordo de delação premiada em que se compromete a devolver cerca de US$ 100 milhões e contar o que sabe sobre o esquema de corrupção e propina na estatal. O novo delator da Lava Jato é considerado peça-chave para a força-tarefa da Polícia Federal e da Procuradoria da República porque deverá revelar o esquema que era controlado pelo ex-diretor da área Renato Duque, nome indicado pelo PT e que foi preso na sexta-feira, na sétima fase da operação, batizada de Juízo Final.
Fonte: Papo de homem
O Banco Central (BC) informou hoje (14) que fará, na segunda-feira (17), operações de swap cambial. Essas operações são usadas para suavizar a alta do dólar e oferecer proteção (hedge) cambial às empresas e instituições financeiras.
O leilão será para rolagem de contratos com vencimento em 1° de dezembro de 2014. As propostas serão recebidas das 11h30 às 11h40. O resultado será divulgado às 11h50. Serão ofertados 14 mil contratos, com vencimento em 3 de novembro de 2015 e 4 de janeiro de 2016.
O ministro da Educação, Henrique Paim, disse em uma coletiva de imprensa ontem (9), que o MEC contabilizou a eliminação de 1.519 candidatos durante as provas do Enem em 2014. Desse total, 236 casos de exclusão foram causados pelo uso indevido do celular durante a prova. No ano passado, o governo contabilizou a exclusão de 47 pessoas pelo mesmo motivo.
Segundo o ministro, a maioria das punições aconteceu pelo uso de outros tipos de equipamentos eletrônicos, como relógios. Paim fez questão de dizer que considerou que o processo de aplicação das provas foi tranquilo.
Prisões
O uso de dispositivos de comunicação gerou duas prisões no Nordeste. A Polícia Federal em Juazeiro do Norte, Ceará, deteve, no domingo, dois jovens acusados de usar aparelho celular para receber o gabarito do Enem.
Como o celular que teria fornecido o gabarito não era do Ceará, os investigadores vão apurar se o esquema tem ramificações em outros Estados. Um inquérito policial foi aberto.
Exame
No último sábado (8) e domingo (9) foram aplicadas provas do enem em 242 mil salas em locais de exame de 1.700 mil cidades. O número de inscritos foi 21,7% maior que o registrado no ano passado, quando 7,2 milhões de pessoas manifestaram interesse em fazer o exame.
Entre os participantes, 4.990.025 já concluíram o ensino médio, enquanto 1.748.588 devem terminá-lo neste ano. As mulheres representam 58% dos candidatos — mais de 5 milhões. Também representam 58% os inscritos que se autodeclararam negros e 37,7%, brancos.
Segundo o MEC, aproximadamente, 75% dos candidatos não precisaram pagar a taxa de R$ 35 por carência comprovada ou por serem estudantes de escolas públicas.
Fonte: Correio do Estado
Fonte: Jornal do Brasil
Ex-tradutor de inglês, de origem chinesa, faturou US$ 25 bilhões em 2014.
Posted by : Agrocompare / on :
Ali Babá e os quarenta ladrões podem ter muito dinheiro para contar, mas é Jack Ma o sorridente do ano passado. O dono da gigante chinesa Alibaba ganhou US$ 24,8 bilhões, de acordo com o ranking da Bloomberg, em 2014 e foi o principal ganhador do ano - superando os bilhões ganhos por Bill Gates, Warren Buffett, entre outros nomes mais famosos.
Ma, que agora tem uma fortuna de US$ 28,4 bilhões e ocupa a 21ª, nem estava na lista no final de 2013. Deve o "enriquecimento", porém, para a abertura de capital de sua empresa na Nyse (New York Stock Exchange), levantando US$ 20 bilhões e se tornando o maior IPO da história de empresas de tecnologia.
Com 50 anos de idade, Ma teve uma vida complicada para chegar onde chegou - e continua sendo uma pessoa humilde, chegando a afirmar que o dinheiro lhe causa grande dor. Ele nasceu em setembro de 1964 em Hangzhou, no leste chinês. E teve a sorte de pegar justamente a abertura do país aos estrangeiros ocidentais, em 1972.
Ele logo aprendeu inglês, sozinho, aos 12 anos de idade - ao ouvir os programas de rádio da Voice of America, depois se tornando guia de turistas para praticar seu inglês. Ele logo se candidatou para entrare na faculdade, a Hangzhou Normal College, mas foi recusado duas vezes. Na terceira, passou e se formou. Na época, recebia um salário mensal de US$ 15.
Até 1995 quando tudo mudou. Ma virou intérprete para empresários chineses e americanos e visitou os Estados Unidos. Lá, encontrou um computador pessoal pela primeira vez, em Seattle. Logo, Ma estaria imerso neste novo mundo.
Ao voltar para a China, conseguiu uma conexão discada e um computador, chamando seus amigos para conhecerem a tal da internet. Por três horas e meia na casa de Ma, os amigos beberam, jogaram cartas e comeram, enquanto uma página carregava no computador. No final, apenas meia página carregou. O suficiente para Ma se encher de orgulho e resolver que aquilo seria sua nova profissão.
Assim, criou a China Pages, que criava sites para pequenas empresas. Sem o sucesso que esperava, Ma teve que conseguir um outro emprego, desta vez na máquina estatal. Para sua sorte, foi quando conheceu Jerry Yang, co-fundador do Yahoo. Em 1998, Ma criaria a Alibaba.com, com US$ 60 mil de 80 investidores.
Pouco tempo depois, em 2002, a empresa já tinha 1 milhão de usuários. Ma então resolveu criar o Taobao.com, uma varejista online, e a Alipay, uma plataforma de pagamentos online. Em busca de um parceiro, ele vendeu 40% do grupo Alibaba por US$ 1 bilhão para o Yahoo, que estava em franca decadência por conta do Google.
Eventualmente, a parte do Alibaba detida pelo Yahoo se tornou mais valiosa que o próprio Yahoo. Os sócios se envolveram em uma controvérsia com a transferência da Alipay para uma empresa privada de Ma, que o Yahoo dizia que feria seu investimento. Chegaram a um acordo, em que Ma pagaria US$ 7,1 bilhões por 20% do Alibaba. Eventualmente, o Yahoo venderia ações no IPO, se desfazendo da sua parte na maior empresa digital da ásia.
Fonte: Infomoney
A previsão não é das melhores para o futuro da Petrobras. Seu nome vai se perdendo junto com seu valor de mercado.
Posted by : Agrocompare / on :
Ontem (23), a Moody's, agência de classificação de risco, colocou o rating da petroleira em revisão para possível rebaixamento.
Segundo a agência, a revisão demonstra a preocupação com os riscos de liquidez da estatal que podem aumentar caso não divulgue seu balanço financeiro do terceiro trimestre auditado nos próximos três meses.
"A cada dia que passa, aumenta o risco de rebaixamento. É uma possibilidade grande", disse a analista sênior de crédito da Moody's Nymia Almeida.
No fim de outubro, a agência já havia rebaixado a nota da Petrobras, por considerar que o seu caixa estava sendo prejudicado pelo câmbio e também pela incapacidade de reajustar os preços dos combustíveis, enquanto, no mercado internacional, as cotações só subiam.
Agora, a preocupação é com a antecipação do pagamento de dívidas, por causa do atraso da divulgação do balanço auditado.
A Petrobras terá que negociar contratos com bancos que, para liberar o dinheiro, estabeleceram datas limites para terem acesso às informações sobre o caixa da empresa.
Apenas nos próximos dois meses, há US$ 17,6 bilhões de dívidas que poderão ser antecipadas. E, ao fim do primeiro semestre, a soma chega US$ 97,8 bilhões.
Estagnada
Enquanto se acumulam as denúncias de superfaturamento de projetos, como investigado pela Polícia Federal, a Petrobras permanece estagnada, sem conseguir mensurar o tamanho do estrago no seu patrimônio.
Assim, qualquer número que seja divulgado pode ser revisado a qualquer momento. O cenário é de insegurança, diz Nymia.
"Se sair como a empresa quer que saia, com as demonstrações auditadas, o rating deve ser estabilizado. Mas a perspectiva maior é que as coisas não funcionem assim tão facilmente, por causa da proporção da Operação Lava Jato (da PF) e da dificuldade de revisar os números", destaca a analista.
Para aliviar o caixa e não ficar dependente de captações, que sairiam mais caras neste momento de crise, a Petrobras pretende adiar investimentos.
Mas a análise de Nymia é que, no curto prazo pelo menos, esse plano não seja de tão fácil execução.
Ela lembra que boa parte dos contratos de aquisição de equipamentos e serviços para o próximo ano já está fechada e que, com isso, há pouca flexibilidade de negociação.
Reduções de gastos, em sua opinião, só serão possíveis em 2016.
Ainda assim, a previsão é que o grau de investimento, selo que mantém as ações da Petrobras no grupo das mais atrativas do mercado, seja mantido num primeiro momento.
Mas, no médio prazo, afirmou Nymia, "é maior o risco" de perder o grau de investimento.
Procurada, a Petrobras disse que não comentaria. O Planalto informou que "quem responde pela Petrobras é a Petrobras". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:
Exame.com
Aparentemente em queda, fome ainda ameaça mais de 7 milhões de brasileiros.
Posted by : Agrocompare / on :
A ameaça da fome no país em 2013 foi mais frequente entre a população mais jovem; não branca; e vivente na zona rural. É o que mostrou, nesta quinta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao anunciar o suplemento de Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2013).
O instituto calcula que em torno de 52,05 milhões de pessoas passavam por algum tipo de insegurança alimentar em 2013 – dos quais 7,2 milhões eram do tipo mais grave. Nesse último universo, o instituto forneceu detalhes sobre como os domicílios com insegurança alime ntar grave afetavam a população brasileira por idade.
Em 2013, as maiores parcelas no total da população que sofriam com insegurança alimentar grave, ou seja, com risco de falta de recursos para comprar comida e ameaçados pela fome, foram encontradas entre crianças de 0 a 4 anos (4,8% do total desse período etário) e criança e adolescentes de 5 a 17 anos (5%). Essas duas faixas etárias representavam em torno de 2,73 milhões de pessoas, em números absolutos.
O IBGE apurou ainda que, a insegurança alimentar grave respondia por parcelas menores em outras faixas etárias da população, com 3,2% da população entre 18 a 49 anos; 3,2% dos que tinham entre 50 a 64 anos; e 2,4% do total de pessoas com idade acima de 65 anos.
Ao mesmo tempo, ao se cruzar os aspectos de raça com o problema de insegurança alimentar, o instituto identificou que 1,9% de residentes que se declararam com raça branca sofriam de insegurança alimentar grave. Essa parcela foi em torno de três vezes superior entre os da raça preta e parda (5%); e amarela ou indígena (6,3%).
O levantamento mostrou ainda que, do total de 93,2 milhões de moradores brancos, 17,2% conviviam com a insegurança alimentar. Para 106,6 milhões de moradores pretos ou pardos, este percentual subia para 33,4%.
O instituto identificou ainda diferenças entre zona rural e urbana, no que concerne às parcelas da população que passam por problemas de insegurança alimentar grave em 2013. Essa classificação atingia 3,1% da população da zona urbana; e praticamente o dobro, 6,3% da população da zona rural, no ano passado.
Para o Brasil, urbano ou rural, quanto maior o nível de escolaridade dos moradores, menor a prevalência de insegurança alimentar moderada ou grave. O instituto apurou também que, em 2013, 13,7% dos moradores com um a três anos de estudo estavam em situação de insegurança alimentar moderada ou grave. Para aqueles com 15 anos ou mais de estudo, o percentual era de apenas 1,2%.
Fonte: Valor Econômico
Vale considera possibilidade de vender fatia de sua unidade de metais básicos.
Posted by : Agrocompare / on :
A mineradora Vale considera vender fatia de 30 a 40% da sua unidade de metais básicos por meio de uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), para arrecadar recursos para projetos importantes em meio à queda do preços das commodities. Nesta terça-feira (2), a empresa anunciou que que reduzirá o investimento anual pelo quarto ano seguido em 2015, focando recursos apenas em projetos de classe mundial em meio à queda do valor de seu principal produto.
"Não estamos considerando vender uma fatia minoritária em IPO a qualquer preço, apenas no caso de termos um preço justo", afirmou nesta terça-feira (2) o presidente da companhia, Murilo Ferreira, a investidores em Nova York.
Alguns analistas avaliaram a divisão de metais básicos em valores entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões. A decisão final sobre a oferta de ações deve ser tomada até agosto de 2015.
Alguns analistas avaliaram a divisão de metais básicos em valores entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões. A decisão final sobre a oferta de ações deve ser tomada até agosto de 2015.
O executivo disse que a empresa estava em conversas com investidores e que, se o IPO for adiante, seria provável a listagem em Toronto.
As maiores empresas de mineração do mundo estão vendendo ativos não essenciais, a fim de resistir a uma era de preços mais baixos causados por um excesso da oferta e pela desaceleração do crescimento da demanda na China.
As margens de lucro da Vale têm sofrido com o preço do minério de ferro, que tende a representar cerca de 80% dos lucros da mineradora. O preço da matéria-prima do aço caiu pela metade neste ano, para cerca de US$ 70 por tonelada.
A divisão de metais básicos da Vale é composta principalmente por ativos de níquel adquiridos em 2006 através da compra da canadense Inco.
"Pode haver uma janela virtuosa por esta oportunidade", disse o diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, referindo-se ao potencial IPO, que ele valoriza entre US$ 30 bilhões e US$ 35 bilhões.
Fonte: Globo.com
Será que tem realmente desconto? Vem aí mais uma Black Friday ou seria Fraudei, no Brasil?
Posted by : Agrocompare / on :
O comércio on-line se arma para a próxima sexta-feira, dia em que o país terá sua quarta edição da Black Friday. Inspirado na data em que o comércio americano desova estoques para a época do Natal, promovendo megadescontos, o evento existe no Brasil em versão e-commerce desde 2011. De lá pra cá, muitos consumidores fizeram bons negócios. Outros ganharam dores de cabeça e garantiram idas ao Procon. Entre os principais problemas estão a maquiagem de preço, os servidores sobrecarregados e a falta de estoque. Tantas adversidades renderam ao evento um nome 'paralelo': Black Fraude. Para tentar reverter o quadro, os organizadores promovem, desde o ano passado, medidas para se precaver da má-fé de lojistas e dos problemas tecnológicos.
O empresário Pedro Eugênio, do site Busca Descontos, que trouxe o evento ao Brasil, garante que as lojas aprenderam com os erros e se deram conta de que não compensa sair com a imagem arranhada devido à propaganda enganosa. Por isso, intensificou o trabalho de adesão ao selo Black Friday Legal — que garante, de certa forma, a idoneidade das empresas. Eugênio também disponibilizou desde o ano passado, no site ReclameAqui, um canal direto para queixas sobre as ofertas do evento. Há ainda um acompanhamento em tempo real dos preços dos produtos feito pelo Instituto Sieve. O intuito é combater a maquiagem de preço, que atingiu um índice de 21% no ano passado. “Além de ter muita gente que espera a Black Friday para comprar produtos de maior valor agregado, neste ano, muitas pessoas querem usar a data para antecipar os presentes de Natal. Além disso, o 13º salário de grande parte dos brasileiros cairá na conta no dia exato da Black Friday, o que aumenta o potencial de consumo”, explica o organizador.
Entre 2012 e 2013, o número de transações saltou mais de 400%, para 1,95 milhão, durante o dia e ao longo do fim de semana. Já as reclamações aumentaram 6,2%, segundo o ReclameAqui. “A Black Friday traz mais vendas e, consequentemente, maior número de problemas. A frase de ordem para o período é estar preparado para resolver todos eles. No caso do consumidor, é preciso se manter atento e comparar preços”, explica Maurício Vargas, presidente do ReclameAqui.
Segundo dados do Google, entre os meses de outubro e novembro, o interesse de consumidores pela Black Friday aumentou 200% em relação ao mesmo período do ano passado. A gerente de vendas para varejo do Google Brasil, Lidiane Tahan, afirma que entre as principais buscas estão eletrônicos, eletrodomésticos, vestuário e móveis. “Para as empresas é importante investir na Black Friday porque, se o consumidor tiver uma boa experiência no site, ele volta para fazer compras no Natal. É uma ferramenta estratégica para que a empresa consiga captar novos clientes”, afirma. O Google representa 30% da origem dos acessos de todos os sites de varejo credenciados para a Black Friday.
Outro fator determinante para estimular as empresas a não errarem em 2014 é o próprio cenário econômico. As vendas no comércio subiram apenas 2,6% até setembro deste ano, o pior resultado em quase uma década. Já a inflação abocanha uma fatia cada vez maior da renda da população. O IPCA de outubro marcou 6,59%, acima do teto da meta do Banco Central. Não bastasse isso, a demanda por crédito tem recuado e as famílias apertam os cintos para evitar o endividamento. Traduzindo na linguagem do comércio, esses indicadores sinalizam que a população está comprando menos e que os varejistas estão com estoques elevados. Sendo assim, a Black Friday será a última chance antes do Natal de reverter o quadro de desaceleração. A expectativa é de que as vendas superem 1,2 bilhão de reais — uma alta de 56% em relação ao ano passado. Apesar de inferior ao crescimento do ano passado (que chegou a 217%), a previsão é otimista quando se leva em conta a conjuntura ruim. A saber se vai se concretizar.
Fonte: Veja Online
Órgão americano investiga petrobrás. Empresa deverá enviar documentos.
Posted by : Agrocompare / on :
A Securities and Exchange Commission (SEC) socilitou na última sexta-feira (21) à Petrobras documentos relativos a uma investigação que o órgão está fazendo sobre a empresa brasileira, informou a estatal nesta segunda-feira (24). A SEC é o órgão que regula o mercado de capitais nos Estados Unidos e que, no Brasil, seria correspondente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Petrobras tem ações negociadas nos mercados de Nova York, o que justifica o interesse dos EUA nas denúncias.
Em comunicado, a empresa informou que os documentos serão enviados "após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".
"A Petrobras reitera o seu compromisso de atender as autoridades públicas americanas com o mesmo empenho que vem atendendo as autoridades públicas brasileiras", finaliza o texto.
A Petrobras tem ações negociadas nos mercados de Nova York, o que justifica o interesse dos EUA nas denúncias.
Em comunicado, a empresa informou que os documentos serão enviados "após um trabalho conjunto com o escritório nacional Trench, Rossi e Watanabe Advogados e com o norte-americano Gibson, Dunn & Crutcher, já contratados pela Petrobras para fazer uma investigação interna independente".
"A Petrobras reitera o seu compromisso de atender as autoridades públicas americanas com o mesmo empenho que vem atendendo as autoridades públicas brasileiras", finaliza o texto.
A estatal não informou quais documentos a SEC pediu.
No dia 10 de novembro, o jornal britânico “Financial Times” informou que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação criminal contra a Petrobras por conta das denúncias de corrupção na companhia. De acordo com a reportagem, as autoridades dos Estados Unidos estão investigando se a estatal ou funcionários da empresa receberam propina. O jornal diz que as autoridades dos EUA querem saber se a Petrobras, seus funcionários ou intermediários violaram o Ato de Práticas Corruptas Estrangeiras, um estatuto anti-corrupção que considera ilegal subornar oficiais estrangeiros para conseguir ou manter negócios.
A Reuters também noticiou que o órgão norte-americano realiza investigação sobre a petroleira. As atividades da Petrobras estão sendo investigadas por uma unidade do Departamento de Justiça dos EUA que analisa potenciais violações à legislação do país contra corrupção no exterior, informou a agência.
Denúncias
A Petrobras está no centro das investigações da operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O esquema, segundo a PF, foi usado para lavagem de dinheiro e evasão de divisas que, segundo as autoridades policiais, e movimentou cerca de R$ 10 bilhões. De acordo com a PF, as investigações identificaram um grupo brasileiro especializado no mercado clandestino de câmbio.
Os principais contratos sob suspeita são a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA, que teria servido para abastecer caixa de partidos e pagar propina, e o da construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, da qual teriam sido desviados até R$ 400 milhões.
Alíquota do IPI para veículos volta integralmente em janeiro de 2015.
Posted by : Agrocompare / on :
O governo federal está decidido a recompor integralmente a alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para automóveis em janeiro de 2015, segundo o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. Ele se reuniu, ontem, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, segundo Moan, reafirmou a decisão do governo de voltar à alíquota, como já estava previsto.
Mesmo com a alta do imposto, a Anfavea prevê que a venda de automóveis será maior em 2015 do que em 2014 - mas ainda não tem um número projetado, de acordo com o presidente. Em 1º de janeiro, a alíquota para os carros populares subirá de 3% para 7%, enquanto o tributo para os carros médios subirá de 9% para 11% (no caso dos motores flex) e para 13% (a gasolina). “Eu toquei no assunto, mas a posição é de que há decisão do governo pela implementação da alíquota cheia do IPI em janeiro”, disse, acrescentando que não pediu explicações sobre os motivos.
A decisão sobre repassar a alta do imposto integralmente para o preço final será de cada empresa, segundo Moan. “Vamos continuar trabalhando na produção, nas promoções de venda e vamos continuar aqui. Estamos no Brasil há mais de 90 anos e vamos continuar nos próximos 90”, disse. Ele negou que o setor tenha planos de promover demissões.
“A indústria tem seus trabalhadores em nível muito qualificado. A indústria sempre evitou fazer redução do pessoal pelo investimento que foi feito, então vamos lutar o máximo possível para continuar produzindo”. Moan comemorou que as vendas, em novembro, estão superiores a 13 mil veículos por dia. “Em outubro, estávamos brigando para atingir 13 mil unidades diárias. Este mês, já estamos brigando para superar outras metas”.
O presidente da Anfavea afirmou, ainda, que o crédito para financiamento de veículos está voltando. Em setembro, houve aumento de quase 8% no número de veículos financiados. Em outubro, subiu em torno de 10%.
FONTE: Correio do estado
O governo Dilma tenta desqualificar denúncias da petrolambança.
Posted by : Agrocompare / on :
Um jeito de analisar o conteúdo e as consequências da nota de próprio punho da presidente Dilma, de que foi enganada pelo corpo técnico da Petrobrás no caso da Refinaria de Pasadena (Texas, Estados Unidos), é tomá-la como um caso de corrupção, o de que alguém operou a Petrobrás em benefício sabe-se lá de quem. Esta não é, decididamente, a praia desta Coluna. Por isso, este texto se limita a considerações de ordem técnica, digamos.
A presidente Dilma afirmou que a Diretoria Executiva da Petrobrás manipulou o Conselho de Administração (veja o Confira), no caso da compra da primeira metade da Refinaria de Pasadena, em 2006. Com base em documento "técnica e juridicamente falho" e com "informações incompletas", o Conselho de Administração foi levado a autorizar um negócio lesivo para a Petrobrás. Se fossem conhecidas (pelo Conselho), diz a nota, as cláusulas Marlim e Put Option, "seguramente não seriam aprovadas".
As consequências meramente financeiras da operação desastrada levaram a Petrobrás a pagar um total de US$ 1,18 bilhão por uma refinaria que havia sido comprada meses antes por uma empresa belga por US$ 42,5 milhões e que hoje provavelmente não vale mais do que US$ 200 milhões. (No ano passado, dentro de seu projeto de desinvestimento, a Petrobrás tentou revender a refinaria por US$ 180 milhões, mas não encontrou interessado.)
A lógica da confissão da presidente Dilma leva à conclusão de que a direção da Petrobrás é capaz de megaoperações de enganação e de que seu Conselho de Administração se deixa manipular facilmente. E, ainda, se as informações completas estavam à disposição do Conselho, como parece garantir a Petrobrás, o Conselho presidido por Dilma foi, no mínimo, leviano.
Este não é o único caso reconhecidamente escabroso da Petrobrás, revelador de como decisões de tanta gravidade são tomadas lá dentro. Até agora, ninguém, nem na diretoria nem no governo federal, foi capaz de explicar por que a Refinaria Abreu e Lima, em obras no Nordeste, orçada em 2005 por US$ 2,3 bilhões, custará para a Petrobrás pelo menos dez vezes mais. Qualquer consultoria especializada garante que similar internacional não sairia por mais do que US$ 7 bilhões.
O argumento de que pelo mesmo dinheiro construiria três refinarias também foi apresentado pelo governo da Venezuela para retirar-se da parceria no empreendimento.
Em agosto de 2012, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, apontou seu indicador para esse caso como "exemplo a ser estudado para que jamais volte a acontecer na companhia". Mas, aí também, ninguém foi cobrado pelas derrapadas que se sucederam.
Apesar do que aconteceu, nem a presidente Dilma, nem a administração anterior (José Gabrielli), nem a atual (Graça Foster) foram capazes de apurar responsabilidades ou de punir os culpados. Um dos autores do parecer "falho" e "incompleto", que recomendou o negócio com a Refinaria de Pasadena nos termos agora conhecidos, o então diretor da Área Internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, nem foi administrativamente afastado do grupo. Ocupa hoje o cargo de diretor financeiro da BR Distribuidora. Ele administra o caixa de todos os postos de combustível da Petrobrás.
Omissão também é lambança.
Fone: Estadao
Resolveu. Ex-gerente da Petrobras vai devolver 100 milhões de dólares.
Posted by : Agrocompare / on :
O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco fechou acordo de delação premiada em que se compromete a devolver cerca de US$ 100 milhões e contar o que sabe sobre o esquema de corrupção e propina na estatal. O novo delator da Lava Jato é considerado peça-chave para a força-tarefa da Polícia Federal e da Procuradoria da República porque deverá revelar o esquema que era controlado pelo ex-diretor da área Renato Duque, nome indicado pelo PT e que foi preso na sexta-feira, na sétima fase da operação, batizada de Juízo Final.
O acordo evitou que Barusco fosse o 26º nome da lista de prisões decretadas pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato. O valor de restituição, a título de indenização, caso seja homologado pela Justiça, será o maior já obtido em um acordo com servidor da Petrobrás.
O ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, delator da Lava Jato, e sua família vão pagar cerca de R$ 70 milhões. Barusco, convertendo em reais, terá que desembolsar R$ 252 milhões. Desse valor, US$ 20 milhões já haviam sido bloqueados na Suíça, onde ele mantinha uma conta. Barusco foi apontado como braço direito de Duque na cobrança de propina pelos executivos da Toyo Setal Julio Gerin de Almeida Camargo e Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, que fecharam acordo de delação com o MPF no dia 22 de outubro.
“Por meio desses depoimentos resta clara também a participação de Pedro Barusco, Renato Duque, ex-gerente executivo e ex-diretor da área de serviços da Petrobras, em diversos fatos criminosos investigados ou conexos com esta operação”, escreveram os procuradores da Lava Jato no parecer de pedido de prisão de Duque. As delações dos executivos da Toyo foram decisivas para deflagração da nova etapa da Lava Jato e para abertura de novas frentes de apuração.
o pedido de prisão dos executivos do esquema, os procuradores da força-tarefa registram que os dois “narram com riqueza de detalhes todo o esquema de cartelização, corrupção, desvio de dinheiro, pagamento da corrupção no exterior, manutenção de dinheiro ilegalmente no exterior, lavagem de ativos”. Para eles, foram dados os elementos necessários para enquadrar criminalmente os acusados da lava Jato, inclusive os executivos e dirigentes da Petrobras, “por formação de organização criminosa voltada a prática de crimes contra a administração pública”.
Propinas
“Regra do jogo conhecida por todos”. É assim que definiu o executivo Julio Camargo, em sua delação premiada, o esquema que cobrava propina em troca de contratos bilionários da Petrobras. O executivo da Toyo operacionalizava pagamentos de propina por meio de três empresas abertas por ele (Treviso, Piemonte e Auguri), em especial aos ex-dirigentes da Petrobras ligados ao PT - Duque e Barusco.
Ele e outro executivo do grupo apontaram por exemplo as obras da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná. Para ganhar as obras, participando dentro do Consórcio Interpar - controlado pela Mendes Júnior -, teve que pagar R$ 12 milhões em propina. Um contrato de consultoria foi firmado pelo consórcio com a empresa Auguri Empreendimento e Assessoria Comercial, usada pelo delator para movimentar a propina.
“Houve solicitação de pagamento de vantagem indevida por Renato Duque e Pedro Barusco do valor aproximado de R$ 12 milhões”, revelou o executivo. “O valor foi pago mediante transferências feitas no exterior”, apontou Camargo, indicando a conta de onde saiu, no Credit Suisse, a offshore que controlava a conta, a Drenos, e qual contrato da Auguri, no valor de R$ 40 milhões de comissionamento, respaldou a movimentação da propina.
Nas obras da Refinaria Revap (em São José dos Campos-SP), em 2007, fechado pelo valor de R$ 1 bilhão, a Toyo participou do consórcio que era controlado pela Camargo Corrêa. Ele cita o vice-presidente do grupo, Eduardo Hermelino Leite, preso em Curutiba (PR), como controlador do contrato. Segundo ele, em 2008 a Camargo Corrêa fez um contrato com a Treviso para repassar R$ 23 milhões de comissão para ele.
“Dessa comissão, repassou em propina para a Diretoria de Engenharia e Serviços o valor de R$ 6 milhões, sendo pago a maioria no exterior e parte em reais no Brasil”, afirmou Camargo. Ele apontou ainda a conta no Credite Suisse de onde saiu o dinheiro da propina dos dirigentes ligados ao PT nas transferências feitas no exterior. Ao todo, os executivos apontaram nove obras da Petrobras alvo de propina. Indicou ainda suas empresas usadas para movimentar o dinheiro: Treviso, Piemonte e Auguri. E as contas no exterior, como do banco Winterbothan, no Uruguai, e nos bancos Credite Suisse e Cramer, na Suíça.
“Os pagamentos foram feitos através de contas que os executivos da Toyo mantinham no exterior “para contas indicadas por Duque ou Barusco no exterior, ou em reais no Brasil disponibilizados por (Alberto) Youssef”, afirma o MPF. Os depoimentos de Barusco estão sendo tomados em sigilo e ainda não foram acordados com a Polícia Federal e o Ministério Publico Federal. Depois de fechado o acordo, ele será submetido à Justiça para ser homologado. Para terem direito ao benefício da redução de pena, o que eles dizem devem ser comprovado.
Fonte: Estado de Minas
Bolsa família: enquanto alguns trabalham, outros usufruem.
Posted by : Agrocompare / on :
Dia desses vi com certa irritação uma foto compartilhada por um amigo meu no Facebook. A foto continha a imagem de um personagem da novela das oito que, fui saber depois, é morador da favela e vive às custas de sua mulher e a trai com a vizinha. Bem, um personagem negro, preguiçoso que é sustentado pela esposa já renderia algumas páginas críticas sobre a imagem que temos do papel do homem e da mulher ou sobre a imagem que temos do negro no Brasil, mas, não é especificamente sobre isso que gostaria de falar.
Abaixo da imagem do personagem, vinha a seguinte frase:
“Bolsa família: enquanto alguns trabalham, outros usufruem.”
Não, essa frase me irrita não porque sou ferrenha defensora dos pobres e das políticas assistencialistas, mas sim porque ela, assim como outras frases do tipo, expressa o profundo desconhecimento e desinteresse do brasileiro sobre sua própria história e sua própria política.
Diferentemente do discurso conservador norte-americano, por exemplo, que sustenta toda sua visão neoliberal sob a perspectiva (burra também) da proteção das liberdades individuais, sinto nesse tipo de leitura sobre as políticas sociais no Brasil um ranço mais perverso: a velha ideia de que pobreza e vadiagem andam juntas.
O discurso de que sempre falta moral e decência no outro (“vadio” e “safado” em potencial) explica todos os problemas nacionais, do congresso até o assalto na esquina, mas, ao mesmo tempo, furar a fila e não devolver o troco dado a mais é totalmente aceitável.
“O que? Eu, trabalhar tanto e pagar tanto imposto para dar dinheiro para vagabundo? Isso é um absurdo! Só no Brasil mesmo!”
A mesma mesquinharia está presente no discurso de quem é a favor da diminuição da idade penal e que acha um absurdo o dinheiro gasto para alimentação dos presidiários brasileiros.
Acontece que, quando você compartilha esse tipo de ideia ou simplesmente deixa com que o mito da vadiagem brasileira se perpetue, por exemplo, está colaborando justamente com a perpetuação das próprias políticas sociais que acha que está criticando, pode acreditar, porque a base do assistencialismo é justamente a ideia de que a massa é burra e dependente.
A bolsa família pode e deve ser criticada. Mas façamos isso de maneira coerente, desconstruindo algumas dessas famosas frases mesquinhas:
“O governo do PT usa o bolsa família só para se promover e ganhar eleição”
Sim, as políticas assistencialistas têm esse caráter político populista. Mas o buraco é mais embaixo. Primeiramente que tal política já havia sido desenhada no governo FHC e, mais do que isso, ela é uma indicação do próprio Fundo Monetário Internacional para países em desenvolvimento.
Sabe por quê?
Porque injetar dinheiro em comunidades pobres é interessante para a circulação do capital. Lição simples de história econômica geral. O governo não está dissolvendo as desigualdades com esse tipo de política, mas está criando condições para o desenvolvimento econômico. E se você é daqueles que acha que desenvolvimento e crescimento econômico são sinônimos de melhorias de vida para a população, é interessante lembrar o que Delfim Neto disse lá no governo militar sobre o esperar o tal do bolo crescer para depois dividir. Estamos esperando o pedaço dos supostos lucros da Transamazônica até hoje e vamos esperar o bolo do pré-sal sentados.
A transferência direta de renda, por outro lado, tem impactos muito grandes para populações que vivem em extrema pobreza e em situações marginais. Se você é daqueles que compartilha fotos de crianças desnutridas, saiba que o Haiti é bem ali e que há sim pessoas que tiveram sua vida melhorada por esse tipo de política. Logo, não é por acaso que o PT tem apoio popular.
Tal crítica, portanto, não toca no verdadeiro ponto político do assistencialismo (seu papel econômico), ao mesmo tempo em que não considera as demandas sociais que sustentam o próprio populismo.
“Não basta dar o peixe, é preciso ensinar a pescar”
Essa expressa uma das principais contradições do neoliberalismo à pururuca e feijão tropeiro: a necessidade de fiscalização de políticas públicas implica em necessidade de funcionalismo público. Mas o funcionalismo público é corrupto…
Como fiscalizar os grupos mais safados da sociedade: o funcionário público preguiçoso e o pobre vadio, que mente para ser sustentado por aqueles que trabalham. Essa crítica está carregada da mesma lógica das demais críticas mesquinhas e é tão rasa quanto.
Sim, há necessidade de fiscalização de uma política social que, em tese, deveria ser transitória. Idealmente, uma política de redistribuição de renda deveria inserir o marginalizado na sociedade. A proposta é tirar o outro da miséria, logo, o ideal é que as pessoas não precisassem, depois de um tempo, do benefício.
Acontece que, como discuti antes, a dissolução das desigualdades de fato não é o objetivo real das políticas de redistribuição direta de renda. Uma estrutura de impostos menos desigual, a responsabilização do Estado pelo suprimento de direitos básicos como saúde e escola, além de um aparato de funcionalismo público suficiente são políticas de um Estado de bem estar social e não de um Estado neoliberal.
O Brasil tem um Estado que intervém nas políticas de juros, que financia o desenvolvimento de empresas, mas não tem uma política de Estado de bem estar social.
Bem, se vamos cobrar do Estado a aplicação eficiente e a fiscalização do programa, antes temos de cobrar eficazes políticas de dissolução da desigualdade e da miséria, de inserção do marginalizado na sociedade. Pouco importa se as pessoas não precisam mais do benefício se ele é, na verdade, uma forma de fazer o dinheiro circular…
“Enquanto uns trabalham, outros usufruem”
Por fim, voltamos para a frase que inspirou esse post, porque ela é um resumo da falta de consciência política e do vazio da crítica mesquinha. O que está implícito nessa frase é, na verdade, outra bastante dita:
“Pago tanto imposto e não tenho retorno nenhum.”
As duas reproduzem a ideia do Estado como sangue suga e representam o que costumo chamar de neoliberalismo a feijão tropeiro (o papel do sudeste na perpetuação do conservadorismo à brasileira dá outro post…).
Ora, mas é justamente a política neoliberal que propõe os assistencialismos como placebo e instrumento político-econômico! A ideia de que a estrutura de impostos é um elefante branco inútil é a base dessa mesma política que propõe os programas assistencialistas! Novamente aqui o que alimenta a crítica não é o reconhecimento da ineficácia das políticas sociais ou uma discordância com as orientações políticas e econômicas do Estado brasileiro, mas sim a velha ideia do brasileiro vadio e corrupto por natureza.
Logo, além de reproduzir a forma como a sociedade brasileira se vê no espelho, essa crítica também expressa essa falta de consciência e educação política.
Na verdade, as críticas sobre o programa bolsa família são somente um exemplo das inúmeras leituras inconsistentes e incoerentes que vejo todo dia no Facebook, que escuto no táxi ou no balcão da padaria e que só servem para consolidar as mesmas coisas que elas supõem criticar.
É justamente o conservadorismo burro do brasileiro que tem permitido a reprodução da mesma política burra que se adora criticar.
Lançamentos da Apple, mostram que clientes estão mais tímidos, devido a crise econômica.
Posted by : Agrocompare / on :
A crise econômica parece ter chegado ao bolso dos clientes da Apple. Se os lançamentos das novas versões do modelo costumavam formar longas filas nas madrugadas, atrair famosos e ser sucesso de arrecadação logo nos primeiros minutos de venda, o lançamento dos iPhone 6 e 6 Plus no país pode ser considerado um fracasso de público. Nem ao menos os famosos apareceram na mesma quantidade.
Na quinta-feira (13), no lançamento do aparelho na loja da TIM no shopping Eldorado, em São Paulo, cerca de 15 clientes esperavam chegar a meia-noite para garantir um iPhone 6. “No ano passado, a fila dava voltas, chegava a descer a escada do shopping”, afirma Daniel Oka, analista de sistema de 33 anos.
Funcionários da loja também se mostravam decepcionados com o baixo número de interessados em comprar o aparelho nos primeiros minutos de venda. “Duvido que o estoque termine nesses primeiros dias, como sempre acontece. Neste ano, o preço vai assustar um pouco”, disse um vendedor.
No mesmo shopping, lojas da Claro e da Vivo também promoviam eventos de lançamento para o aparelho, também com pouca gente esperando para comprar uma unidade.
A versão desbloqueada mais barata vendida nas lojas, o iPhone 6 de 16 GB, saia por 3 199 reais. A mais cara, o iPhone 6 Plus de 128 GB custava 4 399 reais.
No ano passado, no lançamento do iPhone 5S e 5C, a primeira pessoa da fila havia chegado às 6h, conforme a INFO mostrou.
Neste ano, o primeiro da fila era o motorista André Gomes, de 35 anos, que estava na porta da loja desde às 21 horas. “Achei que havia vindo no dia errado quando vi que não tinha ninguém”, disse Gomes.
Se dizendo um “applemaniaco”, o motorista de Osasco compra todas as versões do aparelho desde o iPhone 3. “Não importa o preço, eu sempre quero comprar no primeiro dia”, afirmou.
Logo atrás de Gomes, Oka reclamava que não estavam servindo champanhe na fila da TIM, como nos últimos anos. “Fiquei sabendo que na fila da Vivo aqui embaixo eles estão servindo”, disse.
Esvaziado - Enquanto isso, acontecia do lado de dentro da loja uma pequena festa, onde taças de espumantes eram servidas ao lado de canapés.
Ao invés de um DJ, um funcionário da empresa escolhia sucessos da música pop no computador. Mas, nem as celebridades, atraídas pelo iPhone recebido como cachê pela presença, apareceram em peso.
As apresentadoras Astrid Fontenelle e Didi Wagner chegaram, tiraram fotos com executivos da TIM, e sumiram após dez minutos de presença: um funcionário levou o aparelho para elas fora da loja, pois o combinado era que os VIPs recebessem o iPhone 6 apenas depois da meia-noite.
A modelo Nicole Bahls, que era esperada com ansiedade pelos seguranças da porta da loja, não apareceu.
O ator Felippe Titto, que chegou quase na hora do lançamento, foi o mais assediado e dizia estar procurando um aparelho para a esposa. “Uso mais para redes sociais, sempre tomando cuidado com a privacidade”, afirmou.
Fã de Steve Jobs, a apresentadora Penélope Nova dizia entender porque as pessoas fazem fila para comprar algo tão caro: “É um objeto de desejo. Não dá pra viver sem, ele junta muita coisa dentro de uma só.”
À meia-noite, ao invés de festa, fanfarra e gritaria dos vendedores da TIM, uma executiva da empresa agradeceu formalmente às pessoas que formavam a pequena fila. A entrada dos clientes foi silenciosa, quase solene, enquanto eles se espalhavam pelas mesas da loja para escolherem seus planos.
Mesmo com o lançamento esvaziado, o diretor de marketing da TIM Brasil Roger Solé, afirma que o aparelho da Apple ainda é o único que faz tanto barulho em seu lançamento no Brasil.
“O Galaxy melhora a cada ano, e o Moto X e o Xperia também são ótimos aparelhos. Mas iPhone é iPhone”, disse Solé, que espera vendas altas do novo aparelho da Apple até o início de janeiro.
Apesar de não ter sido a primeira a chegar, a aposentada Telma Rodrigues, de 67 anos, foi a primeira pessoa a comprar o iPhone 6 na loja.
Por ser idosa, conseguiu atendimento preferencial. Ao lado do filho, que carregava orgulhoso a caixa de som Harman-Kardon que a operadora deu de brinde, Telma disse que era o primeiro iPhone que ela havia comprado. “Estava precisando de um telefone celular”, disse.
Nenhum dos dez clientes entrevistados pela INFO iria comprar o iPhone 6 Plus. Meia hora depois das portas abrirem, quase todos os clientes já tinham seu iPhone 6 nas mãos. A exceção foi André Gomes, o primeiro cliente a chegar na fila da loja da TIM, deixou a loja sem sacola na mão. “Tive um problema, tenho que ir embora”, disse de cara fechada. Estava caro demais? Gomes simplesmente fez um sinal de positivo e saiu andando pelo shopping vazio, com seu velho iPhone 5 na mão.
Fonte: Info
Banco central tomará medidas na próxima segunda-feira para tentar baixar valor do dólar.
Posted by : Agrocompare / on :
Ontem (13), o dólar voltou a fechar no maior valor em nove anos. A moeda americana encerrou o dia vendida a R$ 2,595, com alta de 1,2%. É o nível mais alto desde 18 de abril de 2006, quando a cotação fechou em R$ 2,609.
Fonte: Jornal do Brasil
Ato no centro de São Paulo pede reformas política, urbana, agrária e tributária.
Posted by : Agrocompare / on :
A marcha Contra a Direita, por Mais Direitos reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 12 mil pessoas na quinta-feira (13) na capital paulista. Os manifestantes começaram a se concentrar no fim da tarde no vão-livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na região central da cidade. Em seguida, fecharam a Avenida Paulista e seguiram até a Rua da Consolação. Além de repudiar as recentes manifestações a favor da volta ao regime militar, o ato pediu a democratização dos meios de comunicação e as reformas política, urbana, agrária e tributária.
Os manifestantes passaram ainda pela região dos Jardins, bairro nobre da capital, onde dançaram forró para criticar as mensagens preconceituosas contra nordestinos divulgadas nas redes sociais após o segundo turno das eleições. “Se lá, na marcha deles, tem elite que não gosta do povo. Aqui tem povo trabalhador, tem negro e tem nordestino. Aqui está o povo brasileiro verdadeiramente representado”, disse, do alto do carro de som, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos. Depois a passeata desceu a Consolação sob garoa fina e terminou na Praça Roosevelt, no centro.
Boulos, defendeu que os movimentos sociais devem pautar uma agenda de mudanças para os próximos anos. "Nós queremos deixar claro, aqui, que nós queremos falar de uma intervenção nos rumos do país, mas não é intervenção militar, é uma intervenção popular". Ele também destacou a necessidade de se implementar uma Assembleia Constituinte para implantar a reforma política. "O Congresso Nacional não vai abrir mão de seus privilégios", disse.
O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, destacou que os movimentos sociais devem cobrar as reformas diretamente da presidenta Dilma Rousseff. “Nós também queremos a reforma urbana. As cidades brasileiras vivem um caos. Nós temos que ter ênfase na política de moradia para o povo ter condições de ter onde morar. A Dilma foi eleita para isso”. A ex-candidata à Presidência pelo PSOL, Luciana Genro, enfatizou a importância da democratização dos meios de comunicação. “O que nós temos hoje é a ditadura dos donos dos meios de comunicação, que publicam aquilo que eles desejam e não, muitas vezes, a realidade dos fatos”, disse em seu discurso.
Também participaram da manifestação o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e o Movimento Juntos.
Fonte: R7
Faltosos do enem 2014, custam R$ 129 milhões aos cofres públicos.
Posted by : Agrocompare / on :
A ausência de 28,6% dos candidatos inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) custou mais de R$ 129 milhões aos cofres públicos, de acordo com informações divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação), no último domingo (9), em Brasília.
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
Desclassificação
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
Desclassificação
Segundo o ministro, a maioria das punições aconteceu pelo uso de outros tipos de equipamentos eletrônicos, como relógios. Paim fez questão de dizer que considerou que o processo de aplicação das provas foi tranquilo.
Como o celular que teria fornecido o gabarito não era do Ceará, os investigadores vão apurar se o esquema tem ramificações em outros Estados. Um inquérito policial foi aberto.
Entre os participantes, 4.990.025 já concluíram o ensino médio, enquanto 1.748.588 devem terminá-lo neste ano. As mulheres representam 58% dos candidatos — mais de 5 milhões. Também representam 58% os inscritos que se autodeclararam negros e 37,7%, brancos.
Segundo o MEC, aproximadamente, 75% dos candidatos não precisaram pagar a taxa de R$ 35 por carência comprovada ou por serem estudantes de escolas públicas.
Após autorização dos reajustes dos combustíveis, postos já cobram até 10 centavos a mais na gasolina.
Posted by : Agrocompare / on :
A Petrobras informou que reajustará o preço da gasolina em 3% e do diesel em 5% nas refinarias, a partir da meia-noite desta sexta-feira. Desde novembro do ano passado não havia aumento dos combustíveis. O valor do combustível nas bombas depende da determinação dos postos.
Segundo o comunicado da estatal, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o ICMS.
Desde o governo Lula, por não dar conta da demanda, a Petrobras compra combustível fora do Brasil para atender o mercado interno. Mas, como o governo não repassa eventuais aumentos de custos, a Petrobras vem cobrando menos de seus clientes em relação ao que pagava para importar matéria-prima. Essa defasagem de preços é apontada como responsável pela deterioração das finanças da empresa.
No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
Após o comunicado da petrobrás, muitos postos nas capitais brasileiras reajustaram os preços em cerca de 10 centavos.
Segundo o comunicado da estatal, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o ICMS.
Desde o governo Lula, por não dar conta da demanda, a Petrobras compra combustível fora do Brasil para atender o mercado interno. Mas, como o governo não repassa eventuais aumentos de custos, a Petrobras vem cobrando menos de seus clientes em relação ao que pagava para importar matéria-prima. Essa defasagem de preços é apontada como responsável pela deterioração das finanças da empresa.
No ano passado, houve dois reajustes nos preços da gasolina. O primeiro aconteceu em janeiro, quando a Petrobras reajustou o diesel em 5,4% e a gasolina, em 6,6%. O último reajuste aconteceu no fim de novembro – momento no qual a Petrobras anunciou que os preços da gasolina e do diesel foram reajustados nas refinarias, sendo que a alta foi de 4% para a gasolina e de 8% para o diesel.
Após o comunicado da petrobrás, muitos postos nas capitais brasileiras reajustaram os preços em cerca de 10 centavos.
Fonte: Jornal do Brasil














