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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ontem que vai tomar medidas pela reforma da política imigratória até o fim do ano. Obama planeja anunciar a reforma na política de imigração do País por meio de ordem executiva, o equivalente a medida provisória no Brasil, que evitaria a deportação até cinco milhões de imigrantes sem documentos.
Fonte: O Povo
Fonte: Papo de homem
Fonte: ClicRbs
O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, afirmou que os dois presidentes concordaram que é hora de "dar um basta no derramamento de sangue" na Ucrânia e discutiram "temas relacionados ao país", informou a agência Interfax. Em tom nem tão calmo quanto os outros encontros, a chanceler alemã Angela Merkel, pediu para que o presidente russo "assumisse responsabilidades", afirmando que ele tem uma "grande" parte de culpa e de poder para resolver a crise ucraniana, informou em nota o governo alemão. Peskov afirmou em nota que "a chanceler expressou suas convicções que, depois das eleições presidenciais reconhecidas internacionalmente (na Ucrânia), é preciso utilizar o tempo para encontrar uma solução para estabilizar a situação no Leste da Ucrânia. E, nesse sentido, a Rússia deve assumir grandes responsabilidades". Fonte: Jornal do Brasil
Obama quer reforma política imigratória. Uma esperança para milhares de estrangeiros que vivem no país.
Posted by : Agrocompare / on :
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ontem que vai tomar medidas pela reforma da política imigratória até o fim do ano. Obama planeja anunciar a reforma na política de imigração do País por meio de ordem executiva, o equivalente a medida provisória no Brasil, que evitaria a deportação até cinco milhões de imigrantes sem documentos.
Falando em Rangum, numa viagem por Mianmar (antiga Birmânia), Obama defendeu o uso da ordem executiva porque a Câmara dos Representantes em Washington, controlada pelo Partido Republicano, desaprovou projeto de lei de imigração que já passou pelo Senado, de maioria do Partido Democrata, no início deste ano.
As novas regras de imigração devem afetar cerca de cinco milhões de imigrantes, pais e pessoas casadas com cidadãos americanos e também residentes permanentes que moram no país há mais de 10 anos. “Houve ampla oportunidade para que o Congresso aprovasse uma lei de imigração bipartidária que fortaleceria nossas fronteiras, melhoraria o sistema de imigração legal e tiraria milhões de pessoas das sombras”, disse.
O presidente se comprometeu a tomar as providências até o fim do ano. Assessores da Casa Branca estão decidindo se agem logo após seu retorno neste fim de semana de sua viagem à Ásia e à Austrália ou se esperaram que o Congresso aprove uma lei de gastos em dezembro.
Proteção temporária
Um funcionário do Governo disse que o anúncio sobre imigração pode ocorrer já na próxima semana. Mas acrescentou que Obama ainda não tomou decisão sobre isso.
Embora o presidente não seja capaz de conceder a cidadania ou green card sem a aprovação do Congresso, ele pode oferecer proteção temporária contra a deportação, além de uma autorização para trabalho. (das agências de notícias)
Bolsa família: enquanto alguns trabalham, outros usufruem.
Posted by : Agrocompare / on :
Dia desses vi com certa irritação uma foto compartilhada por um amigo meu no Facebook. A foto continha a imagem de um personagem da novela das oito que, fui saber depois, é morador da favela e vive às custas de sua mulher e a trai com a vizinha. Bem, um personagem negro, preguiçoso que é sustentado pela esposa já renderia algumas páginas críticas sobre a imagem que temos do papel do homem e da mulher ou sobre a imagem que temos do negro no Brasil, mas, não é especificamente sobre isso que gostaria de falar.
Abaixo da imagem do personagem, vinha a seguinte frase:
“Bolsa família: enquanto alguns trabalham, outros usufruem.”
Não, essa frase me irrita não porque sou ferrenha defensora dos pobres e das políticas assistencialistas, mas sim porque ela, assim como outras frases do tipo, expressa o profundo desconhecimento e desinteresse do brasileiro sobre sua própria história e sua própria política.
Diferentemente do discurso conservador norte-americano, por exemplo, que sustenta toda sua visão neoliberal sob a perspectiva (burra também) da proteção das liberdades individuais, sinto nesse tipo de leitura sobre as políticas sociais no Brasil um ranço mais perverso: a velha ideia de que pobreza e vadiagem andam juntas.
O discurso de que sempre falta moral e decência no outro (“vadio” e “safado” em potencial) explica todos os problemas nacionais, do congresso até o assalto na esquina, mas, ao mesmo tempo, furar a fila e não devolver o troco dado a mais é totalmente aceitável.
“O que? Eu, trabalhar tanto e pagar tanto imposto para dar dinheiro para vagabundo? Isso é um absurdo! Só no Brasil mesmo!”
A mesma mesquinharia está presente no discurso de quem é a favor da diminuição da idade penal e que acha um absurdo o dinheiro gasto para alimentação dos presidiários brasileiros.
Acontece que, quando você compartilha esse tipo de ideia ou simplesmente deixa com que o mito da vadiagem brasileira se perpetue, por exemplo, está colaborando justamente com a perpetuação das próprias políticas sociais que acha que está criticando, pode acreditar, porque a base do assistencialismo é justamente a ideia de que a massa é burra e dependente.
A bolsa família pode e deve ser criticada. Mas façamos isso de maneira coerente, desconstruindo algumas dessas famosas frases mesquinhas:
“O governo do PT usa o bolsa família só para se promover e ganhar eleição”
Sim, as políticas assistencialistas têm esse caráter político populista. Mas o buraco é mais embaixo. Primeiramente que tal política já havia sido desenhada no governo FHC e, mais do que isso, ela é uma indicação do próprio Fundo Monetário Internacional para países em desenvolvimento.
Sabe por quê?
Porque injetar dinheiro em comunidades pobres é interessante para a circulação do capital. Lição simples de história econômica geral. O governo não está dissolvendo as desigualdades com esse tipo de política, mas está criando condições para o desenvolvimento econômico. E se você é daqueles que acha que desenvolvimento e crescimento econômico são sinônimos de melhorias de vida para a população, é interessante lembrar o que Delfim Neto disse lá no governo militar sobre o esperar o tal do bolo crescer para depois dividir. Estamos esperando o pedaço dos supostos lucros da Transamazônica até hoje e vamos esperar o bolo do pré-sal sentados.
A transferência direta de renda, por outro lado, tem impactos muito grandes para populações que vivem em extrema pobreza e em situações marginais. Se você é daqueles que compartilha fotos de crianças desnutridas, saiba que o Haiti é bem ali e que há sim pessoas que tiveram sua vida melhorada por esse tipo de política. Logo, não é por acaso que o PT tem apoio popular.
Tal crítica, portanto, não toca no verdadeiro ponto político do assistencialismo (seu papel econômico), ao mesmo tempo em que não considera as demandas sociais que sustentam o próprio populismo.
“Não basta dar o peixe, é preciso ensinar a pescar”
Essa expressa uma das principais contradições do neoliberalismo à pururuca e feijão tropeiro: a necessidade de fiscalização de políticas públicas implica em necessidade de funcionalismo público. Mas o funcionalismo público é corrupto…
Como fiscalizar os grupos mais safados da sociedade: o funcionário público preguiçoso e o pobre vadio, que mente para ser sustentado por aqueles que trabalham. Essa crítica está carregada da mesma lógica das demais críticas mesquinhas e é tão rasa quanto.
Sim, há necessidade de fiscalização de uma política social que, em tese, deveria ser transitória. Idealmente, uma política de redistribuição de renda deveria inserir o marginalizado na sociedade. A proposta é tirar o outro da miséria, logo, o ideal é que as pessoas não precisassem, depois de um tempo, do benefício.
Acontece que, como discuti antes, a dissolução das desigualdades de fato não é o objetivo real das políticas de redistribuição direta de renda. Uma estrutura de impostos menos desigual, a responsabilização do Estado pelo suprimento de direitos básicos como saúde e escola, além de um aparato de funcionalismo público suficiente são políticas de um Estado de bem estar social e não de um Estado neoliberal.
O Brasil tem um Estado que intervém nas políticas de juros, que financia o desenvolvimento de empresas, mas não tem uma política de Estado de bem estar social.
Bem, se vamos cobrar do Estado a aplicação eficiente e a fiscalização do programa, antes temos de cobrar eficazes políticas de dissolução da desigualdade e da miséria, de inserção do marginalizado na sociedade. Pouco importa se as pessoas não precisam mais do benefício se ele é, na verdade, uma forma de fazer o dinheiro circular…
“Enquanto uns trabalham, outros usufruem”
Por fim, voltamos para a frase que inspirou esse post, porque ela é um resumo da falta de consciência política e do vazio da crítica mesquinha. O que está implícito nessa frase é, na verdade, outra bastante dita:
“Pago tanto imposto e não tenho retorno nenhum.”
As duas reproduzem a ideia do Estado como sangue suga e representam o que costumo chamar de neoliberalismo a feijão tropeiro (o papel do sudeste na perpetuação do conservadorismo à brasileira dá outro post…).
Ora, mas é justamente a política neoliberal que propõe os assistencialismos como placebo e instrumento político-econômico! A ideia de que a estrutura de impostos é um elefante branco inútil é a base dessa mesma política que propõe os programas assistencialistas! Novamente aqui o que alimenta a crítica não é o reconhecimento da ineficácia das políticas sociais ou uma discordância com as orientações políticas e econômicas do Estado brasileiro, mas sim a velha ideia do brasileiro vadio e corrupto por natureza.
Logo, além de reproduzir a forma como a sociedade brasileira se vê no espelho, essa crítica também expressa essa falta de consciência e educação política.
Na verdade, as críticas sobre o programa bolsa família são somente um exemplo das inúmeras leituras inconsistentes e incoerentes que vejo todo dia no Facebook, que escuto no táxi ou no balcão da padaria e que só servem para consolidar as mesmas coisas que elas supõem criticar.
É justamente o conservadorismo burro do brasileiro que tem permitido a reprodução da mesma política burra que se adora criticar.
Ato no centro de São Paulo pede reformas política, urbana, agrária e tributária.
Posted by : Agrocompare / on :
A marcha Contra a Direita, por Mais Direitos reuniu, segundo a Polícia Militar, cerca de 12 mil pessoas na quinta-feira (13) na capital paulista. Os manifestantes começaram a se concentrar no fim da tarde no vão-livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na região central da cidade. Em seguida, fecharam a Avenida Paulista e seguiram até a Rua da Consolação. Além de repudiar as recentes manifestações a favor da volta ao regime militar, o ato pediu a democratização dos meios de comunicação e as reformas política, urbana, agrária e tributária.
Os manifestantes passaram ainda pela região dos Jardins, bairro nobre da capital, onde dançaram forró para criticar as mensagens preconceituosas contra nordestinos divulgadas nas redes sociais após o segundo turno das eleições. “Se lá, na marcha deles, tem elite que não gosta do povo. Aqui tem povo trabalhador, tem negro e tem nordestino. Aqui está o povo brasileiro verdadeiramente representado”, disse, do alto do carro de som, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos. Depois a passeata desceu a Consolação sob garoa fina e terminou na Praça Roosevelt, no centro.
Boulos, defendeu que os movimentos sociais devem pautar uma agenda de mudanças para os próximos anos. "Nós queremos deixar claro, aqui, que nós queremos falar de uma intervenção nos rumos do país, mas não é intervenção militar, é uma intervenção popular". Ele também destacou a necessidade de se implementar uma Assembleia Constituinte para implantar a reforma política. "O Congresso Nacional não vai abrir mão de seus privilégios", disse.
O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, destacou que os movimentos sociais devem cobrar as reformas diretamente da presidenta Dilma Rousseff. “Nós também queremos a reforma urbana. As cidades brasileiras vivem um caos. Nós temos que ter ênfase na política de moradia para o povo ter condições de ter onde morar. A Dilma foi eleita para isso”. A ex-candidata à Presidência pelo PSOL, Luciana Genro, enfatizou a importância da democratização dos meios de comunicação. “O que nós temos hoje é a ditadura dos donos dos meios de comunicação, que publicam aquilo que eles desejam e não, muitas vezes, a realidade dos fatos”, disse em seu discurso.
Também participaram da manifestação o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e o Movimento Juntos.
Fonte: R7
Governador do ES se diz Contrário à auxílio-moradia de R$ 4,3 mil para membros da Justiça e do Ministério Público.
Posted by : Agrocompare / on :
O repúdio à concessão de auxílio-moradia a membros da Justiça e do Ministério Público ganhou ontem o reforço de uma voz de peso. O governador Renato Casagrande (PSB) criticou a decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que liberou o pagamento da ajuda financeira, no valor de R$ 4.377,73, aos integrantes dessas instituições – mesmo àqueles que possuem residência fixa no local de atuação. Casagrande se disse contrário a essa decisão, a qual, na visão dele, “não tem nenhuma lógica e nenhum nexo”.
“Essa decisão nacional do STF de conceder auxílio-moradia a esses membros das instituições, mesmo que a pessoa esteja morando em residência própria, é uma decisão que não tem nenhuma lógica, nenhum nexo, e naturalmente está sendo repudiada pela população brasileira. É lógico que sou contrário a isso”, comentou o governador, em entrevista à Rádio CBN.
Casagrande também afirmou que, apesar de cada poder e instituição ter autonomia administrativa e financeira para gerir o próprio orçamento, o aumento de despesas dessa ordem acaba repercutindo negativamente no orçamento global do Estado, implicando em redução do orçamento para áreas essenciais do serviço público.“Sempre que um órgão ou instituição vai acumulando mais despesas, isso vai comprometendo mais o orçamento, vai achatando e represando mais o orçamento de áreas essenciais, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. Cada órgão precisa olhar com muito carinho as despesas”, disse ele.
O auxílio-moradia se estende a conselheiros e auditores do Tribunal de Contas e a membros do Ministério Público de Contas. Autorizada pelo ministro Luiz Fux, do STF, a concessão do benefício foi regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Na Justiça do Estado, só 15 dos 342 magistrados não solicitaram os R$ 4,3 mil, que já estão sendo pagos. No Ministério Público Estadual (MPES), 74% dos promotores e procuradores de Justiça também querem passar a receber a quantia.
A questão tem dividido o Colégio de Procuradores do MPES. Ali, o benefício foi requerido por 16 membros, incluindo o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, mas outros 17 preferiram abrir mão do pagamento. Eder, inclusive, declarou que o auxílio não é imoral.
Entenda o benefício
Autorização
A decisão que autoriza o pagamento de auxílio-moradia para membros da Justiça Estadual e Federal e do Ministério Público Estadual e Federal foi tomada, liminarmente, pelo ministro Luiz Fux, do STF. A partir daí, o CNJ e o CNMP determinaram o pagamento. A questão ainda precisa ser avaliada pelo Pleno do Supremo. A Advocacia-Geral da União recorre da decisão.
Membros do MPES
No MPES, 226 promotores e procuradores pediram o auxílio, o equivalente a 74% do total de membros. No Colégio de Procuradores, 16 fizeram o requerimento. O procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, pediu o auxílio.
Justiça Estadual
No Estado, 327 juízes e desembargadores pediram a ajuda. O presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Sérgio Bizzotto, chegou a pedir, mas voltou atrás. Agora, só 15 magistrados não pediram o benefício.
Outras categorias
Defensores públicos da União, conselheiros e auditores do TCES e membros do MP de Contas também têm direito ao benefício. No TCES, só o auditor João Luiz Cotta Lovatti se negou a recebê-lo.
Número de pedidos pode ter aumentado no Ministério Público Estadual
No Ministério Público Estadual (MPES), apenas 84 membros, entre promotores e procuradores de Justiça, não pediram à Procuradoria-Geral de Justiça o acréscimo mensal de R$ 4,3 mil aos respectivos contracheques, a título de auxílio-moradia. O número corresponde a cerca de um quarto do total de membros da instituição. A lista completa, que pode ser conferida ao lado, foi obtida pela Rádio CBN Vitória.
Dentre os que não requereram estão o corregedor-geral de Justiça, José Maria Rodrigues de Oliveira Filho, e a subprocuradora-geral de Justiça, Elda Márcia Moraes Spedo. São ao todo 39 mulheres e 45 homens. Um deles, o promotor Lidson Fausto da Silva, havia feito o requerimento, mas pediu para não ter mais o benefício.
Entre os procuradores, 16 fizeram o requerimento, enquanto 17 optaram por não fazê-lo. Em entrevista para A GAZETA na última segunda-feira, o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, argumentou que, se há respaldo legal, não há imoralidade em receber o benefício. Mas há discordância por parte de outros procuradores, como Sócrates de Souza, para quem isso seria “ilegal e imoral”.
No Ministério Público Estadual (MPES), apenas 84 membros, entre promotores e procuradores de Justiça, não pediram à Procuradoria-Geral de Justiça o acréscimo mensal de R$ 4,3 mil aos respectivos contracheques, a título de auxílio-moradia. O número corresponde a cerca de um quarto do total de membros da instituição. A lista completa, que pode ser conferida ao lado, foi obtida pela Rádio CBN Vitória.
Dentre os que não requereram estão o corregedor-geral de Justiça, José Maria Rodrigues de Oliveira Filho, e a subprocuradora-geral de Justiça, Elda Márcia Moraes Spedo. São ao todo 39 mulheres e 45 homens. Um deles, o promotor Lidson Fausto da Silva, havia feito o requerimento, mas pediu para não ter mais o benefício.
Entre os procuradores, 16 fizeram o requerimento, enquanto 17 optaram por não fazê-lo. Em entrevista para A GAZETA na última segunda-feira, o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, argumentou que, se há respaldo legal, não há imoralidade em receber o benefício. Mas há discordância por parte de outros procuradores, como Sócrates de Souza, para quem isso seria “ilegal e imoral”.
Fonte:Gazeta OnLIne
“Essa decisão nacional do STF de conceder auxílio-moradia a esses membros das instituições, mesmo que a pessoa esteja morando em residência própria, é uma decisão que não tem nenhuma lógica, nenhum nexo, e naturalmente está sendo repudiada pela população brasileira. É lógico que sou contrário a isso”, comentou o governador, em entrevista à Rádio CBN.
Casagrande também afirmou que, apesar de cada poder e instituição ter autonomia administrativa e financeira para gerir o próprio orçamento, o aumento de despesas dessa ordem acaba repercutindo negativamente no orçamento global do Estado, implicando em redução do orçamento para áreas essenciais do serviço público.“Sempre que um órgão ou instituição vai acumulando mais despesas, isso vai comprometendo mais o orçamento, vai achatando e represando mais o orçamento de áreas essenciais, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. Cada órgão precisa olhar com muito carinho as despesas”, disse ele.
O auxílio-moradia se estende a conselheiros e auditores do Tribunal de Contas e a membros do Ministério Público de Contas. Autorizada pelo ministro Luiz Fux, do STF, a concessão do benefício foi regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Na Justiça do Estado, só 15 dos 342 magistrados não solicitaram os R$ 4,3 mil, que já estão sendo pagos. No Ministério Público Estadual (MPES), 74% dos promotores e procuradores de Justiça também querem passar a receber a quantia.
A questão tem dividido o Colégio de Procuradores do MPES. Ali, o benefício foi requerido por 16 membros, incluindo o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, mas outros 17 preferiram abrir mão do pagamento. Eder, inclusive, declarou que o auxílio não é imoral.
Entenda o benefício
Autorização
A decisão que autoriza o pagamento de auxílio-moradia para membros da Justiça Estadual e Federal e do Ministério Público Estadual e Federal foi tomada, liminarmente, pelo ministro Luiz Fux, do STF. A partir daí, o CNJ e o CNMP determinaram o pagamento. A questão ainda precisa ser avaliada pelo Pleno do Supremo. A Advocacia-Geral da União recorre da decisão.
Membros do MPES
No MPES, 226 promotores e procuradores pediram o auxílio, o equivalente a 74% do total de membros. No Colégio de Procuradores, 16 fizeram o requerimento. O procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, pediu o auxílio.
Justiça Estadual
No Estado, 327 juízes e desembargadores pediram a ajuda. O presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Sérgio Bizzotto, chegou a pedir, mas voltou atrás. Agora, só 15 magistrados não pediram o benefício.
Outras categorias
Defensores públicos da União, conselheiros e auditores do TCES e membros do MP de Contas também têm direito ao benefício. No TCES, só o auditor João Luiz Cotta Lovatti se negou a recebê-lo.
Número de pedidos pode ter aumentado no Ministério Público Estadual
No Ministério Público Estadual (MPES), apenas 84 membros, entre promotores e procuradores de Justiça, não pediram à Procuradoria-Geral de Justiça o acréscimo mensal de R$ 4,3 mil aos respectivos contracheques, a título de auxílio-moradia. O número corresponde a cerca de um quarto do total de membros da instituição. A lista completa, que pode ser conferida ao lado, foi obtida pela Rádio CBN Vitória.
Dentre os que não requereram estão o corregedor-geral de Justiça, José Maria Rodrigues de Oliveira Filho, e a subprocuradora-geral de Justiça, Elda Márcia Moraes Spedo. São ao todo 39 mulheres e 45 homens. Um deles, o promotor Lidson Fausto da Silva, havia feito o requerimento, mas pediu para não ter mais o benefício.
Entre os procuradores, 16 fizeram o requerimento, enquanto 17 optaram por não fazê-lo. Em entrevista para A GAZETA na última segunda-feira, o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, argumentou que, se há respaldo legal, não há imoralidade em receber o benefício. Mas há discordância por parte de outros procuradores, como Sócrates de Souza, para quem isso seria “ilegal e imoral”.
No Ministério Público Estadual (MPES), apenas 84 membros, entre promotores e procuradores de Justiça, não pediram à Procuradoria-Geral de Justiça o acréscimo mensal de R$ 4,3 mil aos respectivos contracheques, a título de auxílio-moradia. O número corresponde a cerca de um quarto do total de membros da instituição. A lista completa, que pode ser conferida ao lado, foi obtida pela Rádio CBN Vitória.
Dentre os que não requereram estão o corregedor-geral de Justiça, José Maria Rodrigues de Oliveira Filho, e a subprocuradora-geral de Justiça, Elda Márcia Moraes Spedo. São ao todo 39 mulheres e 45 homens. Um deles, o promotor Lidson Fausto da Silva, havia feito o requerimento, mas pediu para não ter mais o benefício.
Entre os procuradores, 16 fizeram o requerimento, enquanto 17 optaram por não fazê-lo. Em entrevista para A GAZETA na última segunda-feira, o procurador-geral de Justiça, Eder Pontes, argumentou que, se há respaldo legal, não há imoralidade em receber o benefício. Mas há discordância por parte de outros procuradores, como Sócrates de Souza, para quem isso seria “ilegal e imoral”.
Se Aécio tivesse ganhado, seria culpado pelo PT de ser o causador da crise econômica do país, diz Malta.
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O senador Magno Malta (PR-ES) fez um pronunciamento especial ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado no segundo turno das eleições presidenciais.
Aécio voltou esta semana para os trabalhos do Senado e foi recebido com apoio pelos parlamentares da oposição que por conta dos 51 milhões de votos que o tucano recebeu se sentem mais fortes para enfrentar o governo do PT.
Malta é um desses parlamentares, mesmo fazendo parte do Partido Republicano que é da base aliada. Nesse pronunciamento o senador capixaba afirmou que Aécio Neves recebeu um livramento de Deus ao perder as eleições.
“Vossa excelência não perdeu as eleições, senador Aécio, vossa excelência recebeu um livramento da parte de Deus”, disse. “O país está quebrado, nós vamos caminhar para dias terríveis, as medidas que terão de ser tomadas para não permitir que este país vá para um buraco, para o fosso, elas serão amargas”.
Na visão de Magno Malta, se Aécio Neves tivesse ganhando as eleições ele seria culpado pelo PT e seus aliados de ser o causador da crise econômica do país, passando a ser considerado como “o Judas”, o homem que levou o país para o buraco.
“Quem vai ter que pagar essa conta é quem fez striptease moral em praça pública e destruiu a economia desse país”, afirmou o senador capixaba que recebeu aplausos dos outros senadores.
Magno Malta aproveitou o momento para parabenizar a campanha eleitoral de Aécio Neves e pediu para que o tucano comande a oposição para não aceitar as propostas do governo que destroem a família. “Nós precisamos defender a família, porque com a família é tudo e fora da família nada”.
Assista:
Fonte: Gospel Prime
Aécio Neves retorna à Brasília e lidera oposição.
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Aécio Neves retorna hoje a Brasília e lidera com as principais lideranças tucanas do país, incluindo governadores eleitos, senadores e deputados federais, mais a direção da legenda. Paulo Bauer marcará presença. Ontem, o senador catarinense almoçou com a bancada estadual, com o objetivo de afinar a atuação do partido.
O mineiro não quer perder tempo e muito menos espaço, já delineando a linha de ação da oposição a Dilma Rousseff daqui em diante. Embalado pelos 51 milhões de votos, Aécio pretende mobilizar o PSDB e partir com tudo para cima do governo via CPMI da Petrobras. Pelo menos até o fim do ano, é neste flanco que a sigla vai atacar, entrincheirado para não dar tréguas ao Planalto e seus aliados.
Aécio Neves também já se articula rapidamente para não dar brechas a Geraldo Alckmin ou José Serra, dupla que tem cacife para liderar a oposição que, finalmente, parece que o PT vai ter que enfrentar depois de 12 anos de poder.
Fonte: ClicRbs
Putin e Obama pedem fim de conflitos na Ucrânia.
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O tão esperado encontro entre os presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Barack Obama, ocorreu nesta sexta-feira (06) durante as comemorações dos 70 anos do Dia D da Segunda Guerra Mundial. Os dois também tiveram encontros bilaterais com o novo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.
O presidente italiano, Giorgio Napolitano, declarou que o clima do encontro na Normandia estava muito bom. "Era um clima de vizinhança, leve, inclusive entre Putin e Obama".
Segundo o presidente francês, François Hollande, o encontro entre Putin e Poroshenko foi "normal e importante". Os dois trocaram apertos de mão e conversaram por alguns minutos sobre a situação ucraniana. Nos últimos dias, Putin havia dado a impressão de que estava pronto para conversar com o novo mandatário ucraniano - apesar de não participar de sua cerimônia de posse.








