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O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária enviou uma nova oficial ao Ministério da Educação (MEC) e ao Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep) indicando o erro.
O ministro da Educação, Henrique Paim, disse em uma coletiva de imprensa ontem (9), que o MEC contabilizou a eliminação de 1.519 candidatos durante as provas do Enem em 2014. Desse total, 236 casos de exclusão foram causados pelo uso indevido do celular durante a prova. No ano passado, o governo contabilizou a exclusão de 47 pessoas pelo mesmo motivo.
Segundo o ministro, a maioria das punições aconteceu pelo uso de outros tipos de equipamentos eletrônicos, como relógios. Paim fez questão de dizer que considerou que o processo de aplicação das provas foi tranquilo.
Prisões
O uso de dispositivos de comunicação gerou duas prisões no Nordeste. A Polícia Federal em Juazeiro do Norte, Ceará, deteve, no domingo, dois jovens acusados de usar aparelho celular para receber o gabarito do Enem.
Como o celular que teria fornecido o gabarito não era do Ceará, os investigadores vão apurar se o esquema tem ramificações em outros Estados. Um inquérito policial foi aberto.
Exame
No último sábado (8) e domingo (9) foram aplicadas provas do enem em 242 mil salas em locais de exame de 1.700 mil cidades. O número de inscritos foi 21,7% maior que o registrado no ano passado, quando 7,2 milhões de pessoas manifestaram interesse em fazer o exame.
Entre os participantes, 4.990.025 já concluíram o ensino médio, enquanto 1.748.588 devem terminá-lo neste ano. As mulheres representam 58% dos candidatos — mais de 5 milhões. Também representam 58% os inscritos que se autodeclararam negros e 37,7%, brancos.
Segundo o MEC, aproximadamente, 75% dos candidatos não precisaram pagar a taxa de R$ 35 por carência comprovada ou por serem estudantes de escolas públicas.
Fonte: Correio do Estado
FONTE: Diário do ABC
Fonte: O Povo
Os deputados haviam destinado para a educação metade dos recursos do Fundo Social. Senadores derrubaram esse medida e restabeleceram o interesse original do governo, de que seja destinado metade dos rendimentos do Fundo Social. No acordo de hoje, voltou o texto da Câmara: metade do Fundo Social.
Segundo o Conar, erro em informações dadas para a redação do Enem, pode ter induzido estudantes ao erro.
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O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária enviou uma nova oficial ao Ministério da Educação (MEC) e ao Instituto Nacional de Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep) indicando o erro.
Na prova, um mapa é fornecido aos estudantes mostrando como é a questão da publicidade infantil em diferentes países. Há diversas legendas, como "Proibido" e "Proibição Parcial".
No Brasil, há apenas o símbolo de "Autorregulamentação", o que por si só está correto. Mas o texto diz que no Brasil não há leis destinadas à questão de produtos e serviços voltados para as crianças.
É isso o que o Conar considerou um erro. O órgão explicou em sua nota que o tema está presente no Estatuto da Criança e Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor - que impõe pena de detenção e multa em casos de prática publicitária abusiva. Segundo o Conar, a prova ignorou que no Brasil há um sistema misto, que combina a autorregulamentação com a legislação. Isso pode ter induzido estudantes ao erro.
Ao mesmo tempo, a prova se contradiz ao dar um exemplo, em outro texto-base fornecido para a redação, de práticas legislativas sobre a questão. A prova citou o Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).
Em abril, o conselho criou grande polêmica no mercado ao considerar como abusiva qualquer publicidade que incentive a criança a consumir determinado produto ou serviço fazendo uso de linguagem infantil, efeitos especiais, excesso de cores, trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança.
Para eles, é abusivo também a representação de crianças, pessoas, celebridades e personagens infantis nas propagandas destinadas às crianças, assim como o uso de promoções como distribuição de prêmios e brindes colecionáveis.
Fonte: MSN Notícias
Faltosos do enem 2014, custam R$ 129 milhões aos cofres públicos.
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A ausência de 28,6% dos candidatos inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) custou mais de R$ 129 milhões aos cofres públicos, de acordo com informações divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação), no último domingo (9), em Brasília.
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
Desclassificação
O cálculo do prejuízo é baseado na estimativa do governo de que cada um dos 8,7 milhões de inscritos no Enem gerou um custo de R$ 52. Para realizar o exame, o governo federal faz o pagiamento de colaboradores, impressão das provas, o transporte dos exames, a logística, a segurança dos locais de prova, entre outras coisas.
Desclassificação
Segundo o ministro, a maioria das punições aconteceu pelo uso de outros tipos de equipamentos eletrônicos, como relógios. Paim fez questão de dizer que considerou que o processo de aplicação das provas foi tranquilo.
Como o celular que teria fornecido o gabarito não era do Ceará, os investigadores vão apurar se o esquema tem ramificações em outros Estados. Um inquérito policial foi aberto.
Entre os participantes, 4.990.025 já concluíram o ensino médio, enquanto 1.748.588 devem terminá-lo neste ano. As mulheres representam 58% dos candidatos — mais de 5 milhões. Também representam 58% os inscritos que se autodeclararam negros e 37,7%, brancos.
Segundo o MEC, aproximadamente, 75% dos candidatos não precisaram pagar a taxa de R$ 35 por carência comprovada ou por serem estudantes de escolas públicas.
65 alunos eliminados do enem por uso indevido de celular.
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No primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), 65 candidatos foram eliminados por uso indevido de telefones celulares, segundo balanço parcial do Ministério da Educação (MEC). O número já é superior ao registrado em todo o final de semana de provas da edição passada, quando 47 pessoas foram eliminadas - 24 no primeiro dia.
A novidade no esquema de segurança do MEC neste ano foi o uso de cerca de 17 mil detectores de metal para identificar irregularidades. Segundo candidatos ouvidos pelo Estado, o detector foi usado nas portas dos banheiros dos locais de prova para evitar comunicação externa. "Na minha sala, um celular tocou e o rapaz foi desclassificado", contou o cabeleireiro Kelvin Márcio, de 21 anos, que fez a prova na Faculdade Anhanguera, na Vila Maria, zona norte.
O MEC também monitora as redes sociais em busca de selfies ou fotos vazadas dos cadernos de prova. Na manhã de hoje, antes do início do exame, um vídeo circulou na internet com imagens do suposto caderno de prova do Enem. No fim da manhã, o MEC informou que o material era falso. Ainda segundo a pasta, a Polícia Federal vai investigar os responsáveis pelas postagens e não houve registro de outras irregularidades. (Equipe AE)
As provas do Enem serão no próximo final de semana. Imprima seu cartão de confirmação no site do Inep.
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Os estudantes que participarão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no próximo fim de semana, podem imprimir o cartão de inscrição pela Internet, no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aqui no blog é possível imprimir o cartão de confirmação .
Com o seu número de CPF e senha de inscrição, o candidato vai ter acesso a informações como o local onde responderá a prova. Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de quatro milhões de inscritos para as provas deste ano do Enem já fizeram consulta online ao seu cartão de confirmação. O número representa quase metade do total de candidatos.
Caso o aluno tenha esquecido a senha, é possível recuperá-la no site. O participante receberá nova senha por email ou SMS no telefone celular, ambos informados no ato da inscrição. De acordo com o MEC, o cartão de confirmação da inscrição estão sendo enviados pelos Correios. Mas, o aluno que ainda falta receber pode consultar essas informações pela Internet.
No cartão estão as seguintes informações dos candidatos: número da inscrição; data, hora e local onde serão aplicadas as provas; indicação do atendimento especializado e/ou do atendimento específico (se for o caso); opção de língua estrangeira; e solicitação de certificação do ensino médio, se for o caso. Quem deixar de receber o papel, de conseguir imprimi-lo pela Internet ou encontrar erro no documento deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao participante, pelo telefone 0800-61-6161 do Inep.
O Enem vai ser promovido no próximo fim de semana, a partir das 13 horas de verão em Brasília (o equivalente ao meio-dia em Fortaleza). Estão inscritos 8,7 milhões de pessoas. O exame pode ser utilizado no ingresso nas instituições federais do ensino superior ou para pleitear bolsas de estudo em faculdades particulares por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni).
O Exame Nacional do Ensino Médio consolida-se cada vez mais como forma de ingresso em instituições públicas e privadas dos ensinos superior e técnico, seja por meio dos programas nacionais, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o ProUni, que utilizam as notas do exame como critério, seja por iniciativa das próprias instituições de ensino em usar o Enem como processo seletivo.
Fonte: O Povo
Senado vota projeto que proíbe venda de refrigerantes e salgados em escolas.
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Foi aprovada nesta quarta-feira, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, projeto que proíbe a venda em escolas públicas e privadas, de bebidas com baixo valor nutricional, como o refrigerante, e alimentos com alto teor de gordura e sódio, como os salgados. O projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado por unanimidade.
Projeto que tem como finalidade combater os índices de obesidade infantil, segue iniciativas já tomadas por Estados e municípios. As cantinas e lanchonetes que não seguirem a lei terão o licenciamento vedado ou o alvará não renovado.
Se não houver recurso para que o projeto seja apreciado no plenário, a proposta seguirá para a Câmara dos Deputados.
Foi aprovado! Royalties do petróleo irão para educação e saúde.
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A Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta quarta-feira (14), o projeto de lei que regulamenta a destinação dos royalties advindos da exploração do petróleo. Pelo texto aprovado, 75% do dinheiro será destinado para a educação e 25% para a saúde.
Os deputados retiraram do texto a regra que estabelece em 60% o mínimo de óleo excedente a que cabe à União nos contratos de exploração do petróleo da camada pré-sal no regime de partilha de produção. O governo entende que esse percentual poderia atrapalhar a licitação do campo de Libra, prevista para outubro.
Na manhã desta quarta, governo e aliados fecharam um acordo sobre a redação final do projeto. Pelo combinado, foi retomado o texto que já havia sido aprovado pela Câmara mas que passou por alterações no Senado, essencialmente no que se refere ao Fundo Social.
Os deputados haviam destinado para a educação metade dos recursos do Fundo Social. Senadores derrubaram esse medida e restabeleceram o interesse original do governo, de que seja destinado metade dos rendimentos do Fundo Social. No acordo de hoje, voltou o texto da Câmara: metade do Fundo Social.
Porém, mais adiante o governo apresentará outro projeto de lei para estabelecer uma regra de transição entre esse modelo e o aprovado no Senado. A maior diferença entre eles é que o projeto da Câmara daria recursos mais imediatos para a educação, enquanto no do Senado a maior parte desses recursos viriam a médio e longo prazos.
A ideia é que, em um horizonte de tempo mais largo (cerca de 15 anos), os rendimentos obtidos pelo fundo sejam suficientes para cumprir as metas do Plano Nacional de Educação (10% do PIB em educação) e da saúde.
Fonte: R7
A ideia é que, em um horizonte de tempo mais largo (cerca de 15 anos), os rendimentos obtidos pelo fundo sejam suficientes para cumprir as metas do Plano Nacional de Educação (10% do PIB em educação) e da saúde.







