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Fonte: EBC
De acordo com um nova pesquisa publicada na revista Surgical Technology International, a quantidade de força exercida sobre a cabeça de uma pessoa adulta enquanto olha para o telefone, equivale a cerca de 60 kg.
Jovem americana perde 95 kg e ganha cirurgia para retirar excesso de pele.
Posted by : Agrocompare / on :
Aos 17 anos, Kaitlyn Smith estava determinada a passar por uma redução de estômago. Lutando contra a obesidade desde a infância, a jovem pensava que operar seria a melhor opção para sua saúde. Determinada, Kait foi ao hospital conversar com um cirurgião, mas teve uma resposta brutal: “O doutor foi grosso e, basicamente, me disse que eu nunca pareceria normal".
O encontro poderia ter marcado o fim para o sonho da jovem, mas funcionou como motivação. Com o apoio da mãe, ela procurou um nutricionista e um preparador físico para iniciar uma nova etapa na vida. No auge da obesidade, Kait chegou a pesar 187 kg. Depois de muito esforço, a jovem perdeu quase METADE do peso – 95 kg.
Apesar da transformação absurda, a adolescente sofre com o excesso de pele. Para completar o novo visual, Kait iniciou uma campanha no GoFundMe para arrecadar dinheiro e pagar a cirurgia plástica.
Seis meses e 142 doações depois, a jovem conseguiu quase R$ 18 mil, dinheiro insuficiente para a operação, mas a repercussão de sua história foi tão grande que o médico Michael Salzhauer, de Miami, resolveu operá-la de graça.
Um grande exemplo de que a mudança precisa sempre partir de você mesmo, não importa o que digam, mas uma ajudinha sempre vai bem.
Fonte: Dailymail
O encontro poderia ter marcado o fim para o sonho da jovem, mas funcionou como motivação. Com o apoio da mãe, ela procurou um nutricionista e um preparador físico para iniciar uma nova etapa na vida. No auge da obesidade, Kait chegou a pesar 187 kg. Depois de muito esforço, a jovem perdeu quase METADE do peso – 95 kg.
Apesar da transformação absurda, a adolescente sofre com o excesso de pele. Para completar o novo visual, Kait iniciou uma campanha no GoFundMe para arrecadar dinheiro e pagar a cirurgia plástica.
Seis meses e 142 doações depois, a jovem conseguiu quase R$ 18 mil, dinheiro insuficiente para a operação, mas a repercussão de sua história foi tão grande que o médico Michael Salzhauer, de Miami, resolveu operá-la de graça.
Um grande exemplo de que a mudança precisa sempre partir de você mesmo, não importa o que digam, mas uma ajudinha sempre vai bem.
Fonte: Dailymail
Pesquisadores europeus encontram anticorpos capazes de combater todos os tipos de dengue.
Posted by : Agrocompare / on :
Pesquisadores londrinos identificam uma classe de anticorpos capaz de combater os quatro tipos virais da doença. A proteção completa pode reduzir os casos da enfermidade. Hoje, são 400 milhões por ano em todo o mundo.
A dengue é uma infecção sistêmica transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que pode infectar humanos com quatro tipos virais (DENV sorotipo-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). Eles se diferem por cerca de 30% a 35% na sequência de aminoácidos. Dessa forma, a vacinação para um sorotipo leva a proteção ao longo da vida apenas contra ele. Por esse motivo, a maior parte das estratégias de desenvolvimento deimunizantes da dengue busca opções de vacinas tetravalentes, capazes de proteger o organismo de todas as cepas do patógeno.
A trabalhosa procura por essa poderosa estratégia acaba de ganhar fôlego. Pesquisadores da Imperial College, em Londres, descobriram uma classe de anticorpos que poderão ser usados sozinhos e combater todas as formas de dengue.
Em artigo publicado nesta terça-feira (16/12) no site da revista científica Nature Immunology, a equipe liderada por Gavin Screaton analisou e caracterizou 145 tipos de anticorpos monoclonais humanos e identificou um epítopo — determinante antigênico — da dengue até então desconhecido. Trata-se da parte de um antígeno que é reconhecida pelo sistema imunitário, especificamente por anticorpos, células B ou células T. Ela se liga ao anticorpo e está presente no envelope de todas as formas virais.
Com essa nova informação sobre o vírus da dengue, os cientistas desenvolveram uma classe de anticorpos monoclonais altamente potente e amplamente reativa. Em testes de laboratório, descobriram que eles reconheceram o epítopo e eficientemente neutralizaram os vírus em células de insetos e humanos, impedindo que a infecção ocorresse.
Hoje, o reconhecimento por anticorpos de partículas do vírus é dificultado por mudanças dramáticas no momento de encapsulamento do ciclo de vida do patógeno. “Existe uma necessidade urgente para compreender, portanto, a resposta imune humana naturalmente adquirida contra o vírus e a resposta após a vacinação”, afirma Screaton.
A pesquisa da Imperial College tornou o desenvolvimento desses anticorpos uma meta realista em direção a uma futura vacina universal contra a doença. “A descrição aqui desses anticorpos potentes e de reação cruzada (que protege contra os quatro tipos virais) indica um caminho para o desenvolvimento de subunidades de vacinas contendo o epítopo desejado e, possivelmente, estratégias para recapitular respostas observadas em infecções naturalmente sequenciais”, completa o imunologista.
Estratégia inédita
Esse é o primeiro relato de um anticorpo capaz de neutralizar todas as quatro formas de dengue. Anualmente, são estimados 400 milhões de casos da doença no mundo, sendo que cerca de um quarto deles é sintomático. Há evidências epidemiológicas de que a versão grave ocorre mais regularmente numa segunda infecção por um outro sorotipo. A dengue hemorrágica leva a choque, hemorragia e morte.
Segundo o professor do Departamento de Medicina Clínica e do Departamento de Patologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) Anastácio de Queiroz Sousa, um dos grandes desafios atuais é a proteção universal. Não há vacinas disponíveis para nenhum dos tipos virais da dengue. “Foi produzida recentemente uma vacina (contra os quatro tipos) que, apesar de proteger um percentual importante de pessoas, está muito longe do desejado. Se considerarmos todas as faixas etárias, essa proteção é de até 64%”, detalha o também membro do Comitê de Doenças Emergentes da Sociedade Brasileira de Infectologia.
Sousa considera que, ainda sendo um resultado bom, ter quase 40% da população desprotegida é preocupante. A grande vantagem do trabalho londrino, segundo ele, é ter encontrado um anticorpo que neutraliza todos os tipos do vírus. O especialista observa que os testes para segurança e eficácia da vacina e, posteriormente, o desenvolvimento em grande escala dela estão distantes, mas ressalta que a descoberta divulgada já é um avanço considerável nessa direção.
“Há uma possibilidade muito grande porque eles já perceberam isso em laboratório; e há uma perspectiva muito positiva desses autores, considerando uma doença que não tem vacina e que as que estão em últimos testes estão longe da proteção que gostaríamos.” Sousa afirma que dificilmente poderemos esperar imunizantes tão eficazes para a dengue como para outras doenças virais, com cerca de 95% de proteção. “A intenção deve ser que o corpo humano, ao ser estimulado, produza os anticorpos monoclonais que estão presentes contra quase todos os vírus, bloqueando a multiplicação e chegando à neutralização.”
Avanço médico
Pertencem a uma classe terapêutica relativamente nova, e o desenvolvimento deles constitui um dos maiores avanços da última década no tratamento de diversas doenças, como infecção por ebola e alguns tipos de câncer. Os anticorpos monoclonais, ou mAb, surgem a partir de um único linfócito B, que é clonado e imortalizado, produzindo sempre os mesmos anticorpos em resposta a um patógeno. Esses anticorpos apresentam-se iguais entre si em estrutura, especificidade e afinidade, ligando-se, por isso, ao mesmo epítopo no antígeno.
Detalhada volta do Aedes ao Brasil
Pesquisadores acreditam que descobrir a forma como o Aedes aegypti — transmissor da dengue, da febre amarela e do recente vírus da chikungunya — migra pode ser a chave para a erradicação dele. Para entender esse movimento, porém, é necessária uma abordagem histórica. Um estudo publicado por Fernando Monteiro, do Laboratório de Epidemiologia e Sistemática Molecular do Instituto Oswaldo Cruz, na revista PLOS Neglected Tropical Diseases, aponta como os insetos retornaram para o Brasil após serem erradicados na década de 1950.
A pesquisa foi feita a partir da análise de trechos de DNA de cerca de 400 insetos capturados em 11 cidades das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, além da comparação com mais de 300 mosquitos de oito localidades estrangeiras. Monteiro analisou a genética dos insetos no país e observou que os do norte teriam vindo de uma região entre a Venezuela e os Estados Unidos. Os do Nordeste e do Sudeste brasileiro, do Caribe (veja mapa).
O trabalho é fruto de uma parceria com o autor-sênior do artigo, Jeffrey Powell, da Universidade de Yale. “A grande vantagem de ter ido ao laboratório em Yale foi que todas as informações das amostras brasileiras puderam ser comparadas diretamente com as geradas por eles para as américas do Norte, Central e do Sul”, diz Monteiro. Entre as conclusões mais importantes, está a indicação de que o programa da década de 1950 para conter o mosquito da dengue no Brasil foi eficiente.
Ao fazer um controle que não é 100% eficaz, sobram insetos. As populações dessa área ficam, então, pobres em variabilidade, porque o inseticida mata a maior parte desses bichos e os poucos que restam cruzam entre si. “Quando você genotipa os mosquitos e percebe a alta variabilidade, como acontece no Brasil, quer dizer que eles foram introduzidos de outras populações.”
Fonte:Revista Galileu
Menino que fumava desde os 2 anos, muda rotina insalubre para perder peso.
Posted by : Agrocompare / on :
Com apenas dois anos de idade, o pequeno Aldi Rizal, de Sumatra, na Indonésia, chocou o mundo ao ser fotografado fumando cigarro. Agora, aos cinco anos e ex-fumante, o menino adquiriu um novo vício: comer.
Aldi tornou-se sensação da mídia internacional ao ser descoberto, em uma aldeia, fumando cigarro enquanto andava de triciclo. Por causa disso, houve um protesto na região levando o governo indonésio a lançar uma campanha para combater o vício do cigarro entre crianças e a organizar um tratamento de reabilitação especial.
O menino foi levado para Jacarta para iniciar sessões de terapia durante duas semanas, já que ele chegava a fumar 40 cigarros em um único dia. No tratamento, Aldi recebeu apoio de psiquiatras. Já sua mãe, Diane, o mantinha ocupado com brincadeiras e o ensinava sobre os perigos do tabagismo. Com ajuda da família e de especialistas, o menino, aos poucos, conseguiu ficar longe do cigarro.
— Há pessoas que ainda oferecem cigarro ao meu filho, mas ele diz não. Argumenta a mãe do menino.
No entanto, a nova preocupação de Diane é em relação ao peso de Aldi. Depois que ele parou de fumar, a vontade de comer aumentou muito.
— Agora que ele não fuma mais, porem é difícil impedi-lo de comer.
Para reverter esse quadro, a mãe resolveu levar Aldi a uma nutricionista para avaliação e indicação de uma dieta saudável que o faça comer equilibradamente e perder peso.
— Vai ser um pouco difícil de a mãe controlá-lo. Será necessária a cooperação de toda a família.
Para o pediatra William Nawawi, adquirir o hábito de fumar cedo demais pode ter contribuído no aumento de peso.
— A nicotina pode alterar o sistema endócrino. Isso pode provocar certa resistência à insulina. Como o sangue não será capaz de quebrar a glicose, isso faz com que Aldi ganhe peso cada vez mais.
Depois do tratamento intensivo contra o cigarro, Aldi entrou em uma dieta rigorosa, à base de frutas e verduras frescas em porções menores. Os médicos esperam que o menino perca por volta de 6 kg.
Acredita-se que um terço das crianças na Indonésia adquiriram o hábito de fumar antes dos dez anos. No momento, o governo do país investe em campanhas e tratamentos para acabar com este problema.
Vejam os resultados depois do acompanhamento dos médicos e nutricionistas.
Fonte: R7
Aldi tornou-se sensação da mídia internacional ao ser descoberto, em uma aldeia, fumando cigarro enquanto andava de triciclo. Por causa disso, houve um protesto na região levando o governo indonésio a lançar uma campanha para combater o vício do cigarro entre crianças e a organizar um tratamento de reabilitação especial.
O menino foi levado para Jacarta para iniciar sessões de terapia durante duas semanas, já que ele chegava a fumar 40 cigarros em um único dia. No tratamento, Aldi recebeu apoio de psiquiatras. Já sua mãe, Diane, o mantinha ocupado com brincadeiras e o ensinava sobre os perigos do tabagismo. Com ajuda da família e de especialistas, o menino, aos poucos, conseguiu ficar longe do cigarro.
— Há pessoas que ainda oferecem cigarro ao meu filho, mas ele diz não. Argumenta a mãe do menino.
No entanto, a nova preocupação de Diane é em relação ao peso de Aldi. Depois que ele parou de fumar, a vontade de comer aumentou muito.
— Agora que ele não fuma mais, porem é difícil impedi-lo de comer.
Para reverter esse quadro, a mãe resolveu levar Aldi a uma nutricionista para avaliação e indicação de uma dieta saudável que o faça comer equilibradamente e perder peso.
— Vai ser um pouco difícil de a mãe controlá-lo. Será necessária a cooperação de toda a família.
Para o pediatra William Nawawi, adquirir o hábito de fumar cedo demais pode ter contribuído no aumento de peso.
— A nicotina pode alterar o sistema endócrino. Isso pode provocar certa resistência à insulina. Como o sangue não será capaz de quebrar a glicose, isso faz com que Aldi ganhe peso cada vez mais.
Depois do tratamento intensivo contra o cigarro, Aldi entrou em uma dieta rigorosa, à base de frutas e verduras frescas em porções menores. Os médicos esperam que o menino perca por volta de 6 kg.
Acredita-se que um terço das crianças na Indonésia adquiriram o hábito de fumar antes dos dez anos. No momento, o governo do país investe em campanhas e tratamentos para acabar com este problema.
Vejam os resultados depois do acompanhamento dos médicos e nutricionistas.
Anvisa suspende comercialização do medicamento Gliconato de Cálcio 10% solução injetável.
Posted by : Agrocompare / on :
A Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada no Diário Oficial da União suspende a distribuição, a comercialização e o uso dos Lotes 33336101 (val.: 1º/7/2015) e 33181101 (val.: 1º/4/2015) do medicamento Gliconato de Cálcio 10% solução injetável 4, fabricado por Isofarma Industrial Farmacêutica Ltda.
De acordo com o texto, o laudo do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde indicou resultado insatisfatório no ensaio de esterilidade, em razão da detecção da presença do microorganismo Bacillus circulans.
A Anvisa determinou ainda que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.
Anteriormente, a agência já havia suspendido outro lote do mesmo medicamento.
Fonte: Portal Vox
Após parto inesperado durante férias nos EUA, turista canadense terá de pagar R$ 2,4 milhões por serviços médicos.
Posted by : Agrocompare / on :
A classe média deslumbrada, que quer comprar enxoval de bebê nos EUA – como os juízes que reclamam de não poder comprar ternos em Miami – deveria prestar atenção no terrível episódio envolvendo a turista canadense Jennifer Huculak-Kimmel e ver aonde a gula da medicina privada pode chegar. As informações são da CBC News e do Daily Mail.
Jennifer, grávida, viajou com o marido para passear no Havaí. Prudente, fez um seguro-saúde com a empresa Blue Cross.
Por acaso – e possivelmente por uma infecção urinária contraída durante a gravidez – ocorreu um inesperado estouro de bolsa e ela teve de fazer um parto prematuro.
Até aí, algo infelizmente não muito raro e perigoso para mãe e bebê.
Mas o “original” veio depois, quando recebeu a conta da internação que, como é comum quando o prematuro tem muitos problemas, durou dois meses.
A “notinha” era de “apenas” US$ 950 mil, ou R$ 2,4 milhões.
E, claro, o tal seguro saúde não a cobriu, alegando que não fez seguro para a criança.
Deixando de lado o drama pessoal da mãe e de sua criança, é o caso de perguntar que tipo de sistema de saúde é este?
Mercantilismo total. Extorsão sobre uma criança e uma mãe fragilizados.
É isso o que queremos para o Brasil?
Mesmo para quem pode pagar – e paga, bem caro – por um parto, ainda mais numa situação de emergência, será que podemos deixar que a saúde e a vida das pessoas sejam submetidas a isso?
Claro que uma UTI neonatal é cara, mas chegar-se ao ponto de cobrar R$ 40 mil por diária?
Pesquisem e vejam como a coisa anda por aqui. Não chega a isso, claro, mas não vai ser difícil achar preços de R$ 4 ou 5 mil por dia, sem contar a equipe de médicos…
Um sistema de saúde que chega a isso não é de saúde, mas de completa doença social.
Será que isso não escandaliza os nossos médicos, que sabem que estes valores são subsidiados pelos contribuintes, pois despesas médicas são dedutíveis no Imposto de Renda?
É fácil chamar de escravos os médicos cubanos que vêm trabalhar por salários modestos. Difícil é chamar de mercenários quem faz coisas como estas com um criança recém-nascida, prematura, em sério risco de morte.
Podem achar que são deuses. Mas os que fazem isso só podem mesmo ser demônios.
Opinião: Fernando Brito, Tijolaço
Fonte: Pragmatismo Político
Ministério da Saúde alerta sobre o risco de reação alérgica da vacina tríplice viral em crianças com intolerância à lactose.
Posted by : Agrocompare / on :
Vinte e oito crianças tiveram reações alérgicas depois de tomarem a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Por isso, o Ministério da Saúde recomendou que meninas e meninos com alergia à proteína de leite de vaca não devem tomar a vacina tríplice.
Ela é fornecida por um laboratório da Índia. Segundo o Ministério, na bula, não há contraindicação para alérgicos. Mas, na vacina, foi detectada a presença de um produto que pode causar reações.
Uma nota técnica foi enviada, nesta quarta-feira (19) orientando as secretarias estaduais de saúde. De acordo com o Ministério, cada secretaria tem autonomia para manter ou restringir ainda mais a aplicação da tríplice viral.
No Distrito Federal, a vigilância epidemiológica decidiu não vacinar as crianças que sofrem de intolerância à lactose, que é o açúcar do leite.
E no estado Amazonas, ninguém está sendo imunizado contra sarampo.
O Ministério da Saúde garante que todos os menores de 5 anos que não tomarem a dose agora, durante a campanha, vão receber a tríplice futuramente.
A vacinação contra a poliomielite continua normalmente em todo o país, sem restrições. A campanha termina no próximo dia 28.
Pesquisa americana revela que uso prolongado de celular nas redes sociais pode prejudicar a coluna cervical.
Posted by : Agrocompare / on :
De acordo com um nova pesquisa publicada na revista Surgical Technology International, a quantidade de força exercida sobre a cabeça de uma pessoa adulta enquanto olha para o telefone, equivale a cerca de 60 kg.
Kenneth Hansraj, um cirurgião americano, encontrou esse número utilizando um modelo de coluna vertebral humana com o auxílio de um programa de computador.
A cabeça humana pesa em média de 10 a 12 quilos, e inclinando-a para baixo para curtir um post no Facebook, enviar pelo What'sUp um texto, ou mesmo fazer uma pesquisa no Google, pode aumentar a força gravitacional sobre o crânio, induzindo o aparecimento de problemas na coluna cervical.
À medida que a cabeça se inclina para a frente a força aplicada sobre o pescoço sobe para 12kg a 15 graus, 18kg a 30 graus, 22kg a 45 graus e 27kg a 60 graus, explica o cirurgião.
De acordo com a Nielsen, empresa especilizada no estudo do comportamento de consumidores analizando o que assistem e compram, os americanos gastam cerca de uma hora em seus smartphones todos os dias. A não ser que treinem olhar sempre para frente da tela do seu telefone, você pode estar continuamente pressionando a coluna vertebral.
Estas tensões na coluna, podem causar a um desgaste precoce, levando ao aparecimento de problemas como gota, degeneração, e até possivelmente cirurgias reparadoras..
Os fisioterapeutas observaram esse problema por anos até chegarem a essa conclusão.









